AFINSOPHIA: EDUCAÇÃO, O DEVIR-POLÍTICO TERROR DOS NAZIFASCISTAS
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Não precisa conhecer Marx e Engels para saber que a natureza é dialética. Um movimento contínuo de transubstanciação produtor do novo. O homem como Natureza-Naturada não escapa desse processual naturante. Porém, na passagem de natura para cultura, alguns homens perdem sua singularidade e originalidade natural. Tornam-se aberrações com os sentidos necrosados e a inteligência atrofiada. O que os impede de produzir modus de ser coletivo ético.
Nesse estado de degeneração, ficam impossibilitados de sentir e pensar clara e distintamente o mundo como essência e existência, condições filosóficas da Educação, como diz o filósofo Spinoza. Estes são os nazifascistas. Assim, se postam contra tudo que é elevação da inteligência-humana. Como criaturas da zona escura, não puderam e não podem vivenciar a Educação como práxis e poiesis ontológicas.
Daí, o terror que ela provoca neles. Portanto, todos deste Devir-Político-Educação, devem ficar atentos para saber quem são eles e como reagem diante da lucidez-educacional engajada da vida. E assim, se fundamentar com o filósofo Schlegel: “É impossível irritar quem não quer ser irritado”. Não compor tristeza com eles.