Presente na 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, onde o juiz Fausto De Sanctis ouve os acusados, o banqueiro Daniel Dantas, o ex-presidente da Brasil Telecom Humberto Braz e o professor Hugo Chicarioni, o procurador da República Rodrigo Grandis afirmou que espera a condenação de Daniel Dantas. Segundo o procurador “existem provas suficientes do crime de corrupção ativa”. Os três teriam tentado corromper um delegado da Polícia Federal para tirar o nome de Dantas das investigações.

Enquanto isso, a defesa tenta de todas as manobras possíveis para salvar seu cliente, e não a moral nacional. Mas o Ministério Público Federal pediu pena severa: 12 anos de prisão. Pena que persegue Dantas e “famiglia” nos sonhos do sono e da insônia. Pena abaixo de nove, ficaria mais fácil para o banqueiro-réu se dar ao luxo de escapar da prisão, precisamente com outros argumentos jurídicos.

O MEDO DE SER PRESO DO PROFESSOR

Enquanto isso, o professor — Que professor é esse!? “Professor Para Quê” (Gusdorf) — Hugo Chicarioni, diz que espera a absolvição, mas teme ser preso, “porque é um homem simples”. Inferência simplesmente anti-professoral: como que um professor que se envolve com um cataclismo financeiro/monetário/criminal, como DD, pode ser um “homem simples”? Simples é o povo brasileiro que volta e meia tem um dos seus filhos preso injustamente e, quase sempre, sem uma justiça/justa e ágil. Se houvesse um número maior de professores como o simples professor Chicarioni, o ensino no Brasil estaria pior do que se encontra.

Os maledicentes podem bem afirmar: “Tomara que seja preso! Assim o ensino brasileiro de livra de um inútil traidor da sagrada vocação!”

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