ÚLTIMA SEXTA-FEIRA 13 DO ANO. TEMPO DO 13 DE MANAUS APROVEITAR OS BONS PRENÚNCIOS COM HUMOR E DENODO
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Houve um tempo remoto em que o numero 13, supersticiosamente, era tido como símbolo de agouro. Número que deveria ser evitado, pois traduzia, para o crente, o mal que lhe atingiria. Necessário seria evitá-lo em prática e até em pronuncia. Nada de ligá-lo a qualquer objeto e ideia. Era tão perigoso como passar por baixo de uma escada, passar na frente de uma gato preto ou ouvir o passarinho lançar seu ritornelo: “Se for de bem, vem. Se for de mal, volta”. Era o 13 malignizado. O 13 fantasmático paranoicamente perseguidor.
Mas o tempo foi rolando e com ele o homem tomando a História em suas mãos, e o cabalismo dos números foram anemizando até se transformarem em um agenciamento coletivo de enunciação pitagórico. Há números por todos os lados. O mundo é um agenciamento coletivo cujos componentes de subjetivação são os números. E não um único número. Todos os números carregam suas potências-devirianas de numerante: o numero criador. A própria Democracia Constitutiva é uma produção do numerante, potência-deviriana, e não numeral: síntese dos números como quantidade que os antidemocratas cobiçam e se digladiam. Como ocorre com Trump.
Entretanto, o momento mais significativo em que o número 13 na História Democrática da Política Brasileiro se fez enunciação afetiva-cognitiva, ou seja, racional e ética foi no momento em o 13 passou a simbolizar o numerante do Partido dos Trabalhadores (PT). O 13 passou a ser a representação da classe dos trabalhadores sem qualquer signo sobrenatural. É certo que recebeu muitos ataques de inveja, já que estava eliminando a superstição tão necessária para os exploradores do pensamento mágico do povo.
Mas, foi em práxis e poiesis eficazes que o 13 se concretizou na sociedade brasileira como um Bem Comum. Tornou-se visivelmente concreto nacional e internacionalmente quando dos governos populares de Lula e Dilma. Com estes governos, eliminou de vez seu sentido agourento, e passou a significar produção, desenvolvimento, respeitabilidade, alteridade, alegria, humor, ternura, coragem, sociabilidade e humanismo. Concreta subjetivação e semiótica 13.
Dia 13, é a última sexta-feira do ano em que a Covid 19 deu e marcou todas as cartas. Mas a vida segue em sua dialética intransponível. A vida continua pulsante. Dia 15, é o dia das eleições para vereador e prefeito. Momento do posicionamento político da sociedade. E momento do exame dos candidatos. Ainda há tempo. O candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Zé Ricardo, carrega consigo os prenúncios do 13 atual. O 13 vivo. O 13 pulsante. O 13 dialeticamente-numerante. Criativamente-transformador. Será transpassado por essa singularidade 13, que Zé Ricardo, com humor e denodo, poderá fazer a Estrela brilhar em Manaus.
É com humor e denodo, que Zé Ricardo pode afirmar para Manaus que é um candidato 13, “SEM MEDO DE SER FELIZ!”