ELEITORES DO RACHADÃO, EM FUNÇÃO DE TRAUMA-PSÍQUICO, NÃO CRIARAM EM SI, CATEGORIA ÉTICA. POR ISSO, OS CRIMES DELE SÃO ACEITOS COMO NORMALIDADE

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

                            Em uma Sociedade, quando o comportamento imoral predomina sobre o moral, é porque ela encontra-se sob preocupante abalo da Saúde Mental!

                                                                                  Norminha das Mentalidades

 

  ATROFIA-ELEITORAL

 

Todos sabem: o Título de Eleitor é um documento pessoal que, quando de sua prática, não termina em si.

 

Diferente de outros documentos pessoais, o Título de Eleitor implica composição-ativa com a sociedade.

 

Nessa condição, o Título de Eleitor expressa a Saúde Individual e Social do eleitor.

 

Ele expressa a Saúde Psíquica, Intelectual e Ética do eleitor. Qualquer falha, nessas categorias, compromete o voto.

 

Em uma genuína Democracia, quanto mais o eleitor é Saudável, mas ela é preservada e gratificadora.

 

O ELEITOR DO RACHADÃO

 

Rachadão encontra-se sob investigação no STF suspeito (?) de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisa, etc.

 

O disangélico dublê de ministro, o bolsonarista, Mendonça tentou ocultar até onde conseguiu, mas foi revelado.

 

Mesmo com uma folha corrida criminal, que lhe impediria de concorrer à Presidência da República, ele é candidato.

 

Porém, o pior para a Democracia Brasileira, é que eleitores, mesmo sabendo desta miserável realidade, vota nele e não há quem consiga demovê-los desta decisão funesta para o Brasil.

 

E a resposta a psiquiatria apresenta. Embora a psiquiatria não seja infalível, mas é fácil compreender que quando uma criança tem uma infância infeliz, ela tem profunda dificuldade de construir em si, as categorias Éticas.

 

Primeiramente, categorias Éticas individuais, para depois construir categorias Éticas Sociais.

 

Por essa atrofiada realidade psíquica, esses eleitores não conseguem qualificar os atos de Rachadão como ameaças para Democracia.

 

Por essa realidade psíquica, esses eleitores facilmente se identificam com o agressor. 

 

Apoiando o agressor, eles não correm o perigo de regredirem ao estado de desamparo causado no momento do repressão-trauma que sofreram.

 

E, também, protegem a abstração-mistificadamente-mágica de suas malogradas existências. A alienação é proteção imoral.

 

Neste quadro, o Bem, Lula, aparece para eles como Mal e Rachadão, o Mal, aparece para eles como Bem.

 

É esse trauma que lhes leva a acreditar que Bolçonaro não cometeu nenhum crime contra o estado Democrático de Direito.

 

Para eles Bolçonaro e os filhos representam o bem ungido por Deus para salvar o Brasil. O que a prisão nega. 

 

Como afirma a psicóloga, Sentimentálica de Oliveira: “Trata-se do contínuo medo da angústia do desamparo por não terem sido amados quando crianças. Daí, a impossibilidade Ética!”.   

 

 

 

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