NO 1° PROGRAMA ELEITORAL, LULA FALOU O QUE NÃO “PODE CALAR”: GOVERNO POPULAR! E OS OUTROS? SÓ ÓDIO E INVEJA: ‘ACABAR COM LULA E PT’
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
“Devemos falar apenas do que não podemos calar; e falar apenas daquilo que superamos – todo o resto é tagarelice…”.
Nietzsche
LULA NÃO CALA. SÓ FALA O QUE SUPEROU
No primeiro programa eleitoral para presidente, foi reconfirmado o que já era confirmado: Lula falou e os outros tagarelaram seus ódios e invejas contra o Sapo Barbudo e o Partido dos Trabalhadores.
Lula falou o que “superou”. O que pode falar: o Governo Popular e nada mais, porque o mais é ele mesmo.
Os outros só tagarelaram suas bílis fedorentas, asquerosas, vomitantes.
Caiado, profundamente caiado, disse que era médico. Porém, como muitos, é médico diplomado, nada de humanamente-vocacionado. Como não poderia ser diferente, mostrou a família, para mostrar que é um bom ‘familialista’ consagrado.
E não deixou de lembrar que apoiou a ditadura, através da UDR: entidade ruralista profundamente reacionária. E tagarelou sobre seu ódio-invejoso de Lula e o PT: ‘vamos acabar com eles!”.
Rachadinha, foi na mesma, porque não tem outra. Com tanta Rachadinha, Adriano da Nóbrega, mansão, Vorcaro e filme-porno, o jeito foi mostrar as filhas, beijar a mulher para mostrar que é um home de família e respeita as mulheres. Como coisa que beijo mudasse consciência misógina. Inclusive em mulher-misógina, porque quem namora, flerta, casa com misógino, é porque tem “noção-comum (como diz o filósofo, Spinoza)” com ele.
A eleitora sabe muito bem o é beijo-encenado. Com essa encenação beijoqueira não vai ganhar um voto de nenhum mulher engajada contra homens-fálicos.
Também recorreu ao truque de exibir a bela e invejável família, quando se sabe que não precisava, visto que o Brasil inteiro conhece muito bem a família Bolçonaro.
No mais, candidato à presidência do Brasil só apareceu um: Lula. Que, aliás, já é presidente Tetra!
Como diz a adolescente, Áudia Visu: “Eu não gosto de programa eleitoral. Quase tudo é só leseira, não há inteligência. É só repetição do mesmo. Só assisto o do Lula, porque ele confirma que eu estou viva e me impulsiona para produzir, junto com outras e outros, novas formas de afetos, percecptos e conceitos para criar novos territórios existenciais!”.