DIREITAS DO AMAZONAS, USAM, COMO MARKETING DE COMÍCIO, O CONCEITO ‘GRANDIOSO’ QUE NÃO CABE NELAS

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                     Grandeza Ontológica não é unidade de medida, pelo contrário, é a confirmação Política-Histórica do engajamento da Gravidade-Existencial.

                                                                                                      Philomânico 

 

GEOMETRIA-ANATÔMICA DAS DIREITAS

 

No sentido Político-Histórico, o Amazonas nunca teve um governador Democrata. Assim, como um prefeito.

 

Para ambos a Democracia foi, e continua sendo, apenas uma expressão eleitoral, como tem, para si, a chamada democracia burguesa.

 

No estado do Amazonas o que sempre predominou foi a tirania reacionária. Só reação. Nunca Ação. Sempre decalque do mesmo.

 

Como só há Grandeza Ontológica com Gravidade-Existencial, o que até o filósofo da Liberdade, Sartre sabe, nenhum reacionário é Grandioso. Como nenhum Grandioso é reacionário.

 

No Amazonas, nestas eleições, têm reacionários para todos os lados e gostos. Até candidatos de partidos apelidados de esquerdas.

 

Mas foi uma turma, dos tradicionais candidatos das muitas direitas que entulham o estado, como Eduardo Braga, Omar Aziz, que recorreu ao marketing: ‘grandioso comício’. 

 

GRANDIOSO INCÔMODO DE IMAGENS-NOMES

 

O cartaz do ‘grandioso comício’, onde aparecem as imagens de alguns direitistas, causou duas estupefações imagéticas-nominais em alguns eleitores, que perguntam:

1 – Por quê não aparece a imagem de Lula?

2 – Por quê não aparece a imagem do presidente do PT, sem desejo, Sinésio Lima? 

 

Repostas:

1 – Os representantes do ‘grandioso comício’ têm todas razões do mundo para não colocar a imagem do Sapo Barbudo: Ele é Grandioso. Não pode se misturar com ‘grandioso’. 

2 – Foi um grande erro imperdoável, sem perdão, não colocar a imagem do presidente vitalício do partido sem desejo. O lugar dele é junto com Omar e Eduardo Braga, visto ser um ‘grandioso’ emblema da esquerda reacionária amazonense.  

 

Como diz a caba-eleitoral, Judimar Pacovão: “É por isso que não sinto saudade das eleições do passado. Elas continuam vivíssimas até hoje. Imortalizadas! Não tenho qualquer nostalgia: tudo se encontra do mesmo jeito, como diz Roberto Carlos: “tudo estava como era antes. Nada se modificou”. “.  

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