ADVOGADOS DE BOLÇONARO AFIRMARAM QUE ELE NÃO SABIA QUE A CARTA SERIA PUBLICADA. ELEITOR-DEMOCRATA É OTÁRIO?

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                                                  “Minha querida, saudações! Escrevo esta carta, mas não repare os senões…”

                                                                                                        Waldik Soriano

 

“A CARTA ROUBADA”

 

Desde que se criou a carta, como meio de comunicação, tem carta para todo lado. Até o conto, ‘A Carta Roubada’ de Edgar A.Poe.

 

Simples! Principalmente para os Brasileiros Democratas!

 

Escafedendo-se por todos os lados, Rachadão recebeu uma carta escrita por seu pai-ventríloquo e publicou como peça de campanha eleitoral.

 

Como o pai-ventríloquo encontra-se preso em regime domiciliar, condenado em 27 anos e 3 meses, tem que cumprir algumas obrigações e uma delas é não se comunicar com o exterior, principalmente, através da tele-tecnologia virtual.

 

 Não foi respeitada a decisão jurídica. Então, Moraes pediu que os advogados do presidiário explicasse o caso em 48 horas.

 

Não deu outra: eles afirmaram que o Bolço não sabia que a carta seria publicada pelo seu derotado-replicante.

 

QUEM ROUBOU A CARTA? 

 

Se foi Bolço quem escreveu ou Rachadão, não importa. O que importa é o conteúdo e o endereçamento.

 

A carta estava endereçada, como apelo, aos despirocados bolçonaristas para levantar o lado do inerte candidato.

 

 Os advogados afirmaram que o cliente não sabia se a carta seria publicada. Pergunta-se: Então, por que escreveu com claro pedido de apoio ao seu eco? 

 

Mas, os advogados deixaram um rastro: Rachadão poderia ter escrito a carta sem que o pai-ventríloquo soubesse. Só que a cacografia é do pai-ventríloquo!

 

Pior se o Rachadão tiver escrito a carta e pedido para o presidiário copiá-la. Como explicam os defensores da moral? 

 

Assim, resulta,resultado: A carta foi roubada ou uma roubada demagógica!

 

Como afirma a detetive, Clara Luz: “Se a carta foi roubada ela foi escrita. Se ela implica e complica, é preciso descobrir quem escreveu, quem roubou e quem tentou lucrar. Mesmo no quadro escafedido!”

 

 

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