INFLUENCIADOR DA MISÉRIA FASCISTA AFIRMOU QUE POBRE NÃO DEVERIA VOTAR. TÁ CERTO: POBRE DE SENSIBILIDADE, INTELIGÊNCIA, ÉTICA, VERGONHA, DEMOCRACIA…

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                                                            Todo aquele que se considera gênio é filho da estupidez!

                                                                                              Juraildez da Nenêu  

 

DA LÓGICA DA POBREZA 

 

Todo conceito não começa em si como não termina em si.

 

Um conceito é síntese dos engendramentos filológicos, semânticos, semióticos das Práxis-Poieses Política-Social-Histórica.

 

O conceito Pobre, em sua mais banal concepção, significa carência, falta, alguém despossuído, etc. 

 

Já na concepção filosófica Sartreana significa Falta como Para-Si. O que só se produz em Situação. Ultrapassagem do Em-Si, o passado, através do Agora: o Atual.

 

Então, Pobre é quem se encontra em Movimento-Criador engajado Para o Novo. Ex: Pobre hoje em relação ao amanhã. Rico hoje em relação ao pobre de ontem. 

 

DA LÓGICA DO POBRE NO CAPITALISMO

 

No sistema capitalista/capitalístico, o conceito de pobre, predominante, é o que remete alguém para condição de carente da matéria imperiosa do poder: o dinheiro.

 

Alguém que foi oprimido, privado e explorado por esse sistema-dominante, por isso é carente do necessário para sua existência.

 

Este é o conceito que o influenciador da miséria fascista, Leonardo Marcondes cultua e propaga para seus alimentadores:

“Você já parou pra pensar que pobre não devia ter direito de votar? Pensa comigo. Uma pessoa que é pobre, ela não soube tomar boas decisões pra ter o melhor pra sua família e pra si mesma. E essa pessoa que não tomou boas decisões pra ter o melhor pra si mesma, ela vai agora tomar uma decisão que vai ser o melhor para o país.

Qual que é a habilidade que essa pessoa tem ao tomar decisões? Nenhuma. É uma pessoa que não deveria votar”, afirmou.

Como cultuador e propagador da sensibilidade, inteligência e moral capitalista/capitalística ele se encontra em uma posição privilegiada para opinar sobre a pobreza, pois ele é um sujeito muito bem capturado por esse sistema que esbanja esse tipo de riqueza: O NADA!

Assim, para Sensibilidade, Inteligência, Ética, Vergonha, Honradez e Democracia ele não passa de um sujeito miseravelmente pobre. Como todo fascista. 

A clara exemplificação de sua pobreza encontra-se na ousada enunciação usada por ele: “Você já parou pra pensar… Pensa comigo”. 

Ele acredita que pensa da mesma forma que acredita que seus influenciados também pensam. 

O pensamento é Revolucionário. Não é produto da superstição-ficção- falsificação do fascismo. 

Mas sua arrogância tem um endereçamento importante: Afirma quem são os fascistas e como sujeitos-pobres, não podem ser eleitos e, muito menos, governar um país.

Este óbvio quadro leva para confirmação da tirania da redundância: Quem foi capturado pelo regime de signo despótico, significante, paranoico encontra-se em estado paupérrimo Existencial e Ontológico! 

O Ministério Público de São Paulo moveu processo contra o ricaço da redundância capitalista/capitalística.

 

 Como afirma a Rica professora primária, Pobrelina da Glória: “A questão dessa gente é que ela não sabe que além de suas “boas decisões” pobres, existe um Mundo com Qualidades Humanas Superiores, como mostra o filósofo, Epicuro!”. 

 

 

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