‘VEM COM FÉ’, JINGLE DA CAMPANHA DE RACHADÃO, ONDE É APRESENTADA A FAMÍLIA, JÁ DIZ TUDO DO TEO-POLÍTICO-ÉTICO
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Quando alguém pede a fé de outro é porque já perdeu a sua. Ou nunca teve!
Cogito Fervorento
HÁ FÉ PARA TODO LADO, ATÉ ONDE NÃO HÁ FÉ
Rachadão lançou sua peça de propaganda eleitoral acreditando que ainda há brecha para si.
Dizem que a esperança é última que morre. Ou morde.
Ora, a esperança é uma auto-ilusão porque ela é esperada em um presente e quando ocorre, ocorre como fantasia passada deslocada no futuro, como outro. Daí sua força opressora-mística.
Assim, esperança é afeto-triste, diz o filósofo Spinoza.
“Pode acredita, vamos fazer, venha com fé”.
Esta a enunciação propagandística do Rachadão que mostra como objeto sedutor para seus eleitores toda sua família. Um grupo-psicastênico orgânico-neuronal sem qualquer Elã-Vital-Democrático.
Um grupo-imóvel cuja fé é apenas uma palavra-clichê-supersticiosa onde nada é Real, por não saber que Democracia não é Abstração. A impossibilidade de dispor da ação do verbo fazer.
Como diz a professora Traduzinda: “A única crença que o Rachadão tem, cuja fé-palavra-clichê-superstição nunca vai fenecer, é a que lhe dispõe a continuar praticando seus trambiques com toda fé. Sempre foi assim desde quando era deputado no Rio. Nenhuma fé na Democracia!”.