MORAES PERMITIU ASSEMBLEIA FASCISTA-IANQUE NA PAPUDINHA COM O ASSESSOR DE TRUMP, DARREN BEATTIE E O AMERICANÓFILO, BOLÇONARO
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Bolçonaro pediu para Moraes permissão para receber a visita do porta-voz de Trump, Darren Beattie, na Papudinha.
O visitante é conhecido como extrema-direita – sem eufemismo, fascista -, e já se mostrou posicionado como inimigo do ministro Moraes e o STF e semelhante ao Bolçonaro e família e nos EUA teve encontros com Edu B.
O pedido exigia que a visita se realizasse em data e horário diferente das visitas comuns como seus parentes e iguais.
Os advogados do golpista condenado há 27 anos e 3 meses, defenderam esse privilégio, por se tratar, segundo eles, de “agenda diplomática”.
Os democratas perguntam: como que um condenado por tentativa de golpe contra o Estado Democrático de Direito pode ter comportamento diplomático? Ainda mais em uma cela na Papudinha? E mais do mais: Golpe, é curso de Diplomacia?
Esperava-se que Moraes negasse a visita do assessor de Trump, inimigo da América latina e do mundo democrático.
Todavia, ele não negou. É lei. Dizem alguns. Como dizem outros, que ele poderia negar, já que fortalece a presença e atuação trumpista inimiga declarada do Brasil. Apesar de Lula tentar mostrar que não é nada disso. Há “uma química”.
Moraes permitiu a assembleia norte-americana entre os fascistas, mas determinou:
“Os visitantes devem se adequar ao regime legal do estabelecimento prisional e não o contrário”.
Pergunta-se o que esses dois norte-americanos podem ter para conversar de tão importante para eles na Papudinha no território brasileiro?
Alguns respondem: Simples: Mostrar para o governo brasileiro e STF que estão muito bem decididos em interferir no país e que tudo é só questão de tempo. Venezuela, Cuba e Brasil tudo é a mesma colônia.
Como pergunta a Assistente Social: Severilda das Lutas: “Que autoridade Bolçonaro, como condenado por traição à Pátria, tem para participar de uma sessão diplomática? Se quando inquilino do Palácio do Planalto nunca foi diplomático, como que agora como preso vai vivenciar uma “agenda diplomáticas”?.