PLÍNIO VALÉRIO, SENADOR PSDB/AM, AO VOLTAR AGREDIR MARINA, CONFIRMOU O QUE AFIRMA A PSIQUIATRIA: “TODA REPETIÇÃO É MORTE”
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No Conceito da Filosofia Política, é impossível encontrar um Político em partido de direita, na sociedade capitalista-burguesa, visto que esta sociedade é um corpus cultuador da imobilidade inimiga dos Fluxos-Dialéticos das Mutações-Históricas. Logo, não há História na sociedade capitalista que só é produzida pelo Político Histórico.
O Congresso Nacional Brasileiro encontra-se entupido de apolítico por todos os lados. Sobra uma parcela mínima de Políticos. Por isso, é quase impossível Produzir História Política do Brasil.
O senador, do falido partido burguês, PSDB/AM, Plínio Valério, oriundo da subjetividade executiva e legislativa mais reacionária do estado do Amazonas, mais uma vez contribuiu para a impossibilidade do Congresso Nacional se expressar, minimamente, como um corpus que pretende contribuir com sua ração com a locução-democrática.
Voltou a repetir sua compulsão-obsessiva-invejosa de agredir a ministra, Marina Silva, em reunião no Senado que deveria ser a Politeia-Política do Brasil e não gueto das mediocridades, das invejas, das parlapatices-parlapatonas e exibições fálicas-narcisistas.
No mesmo impulso-estiloso, tipo, “Imagine o que é tolerar a Marina seis horas e dez minutos sem enforcá-la”. Ele confirmou a psiquiatria ao afirmar: “Estou falando com a ministra e não com a mulher, porque a mulher merece respeito, a ministra, não”.
Marina, não deixou barato: tirou seu sarro e saiu do gueto: “Eu sou as duas!”.
O Plínio, que não tem nada do romano e, nem mesmo, do ex-governador do estado Amazonas, Plínio Ramos Coelho, quer mostrar para plateia acéfala que sabe o que é mulher: “mulher merece respeito”. Pelo que se entende, merece respeito não dele que se encontra intrincado na enunciação simbólica-edipiano-freudiano.
Daí, porque não sabe qual a Práxis e a Poieses de Mulher. E muito menos sabe que toda Mulher, só é Mulher como Devir. O que Marina é!
Como um bolsonarista não pode saber o que é um Devir. Muito menos Devir-Mulher!
Se como senador, Plínio Valério não auxilia o Brasil a Produzir História, pelo menos ele pode servir como estudo de caso nos cursos de psiquiatria no tema “A Repetição como Pulsão de Morte. A Forma Reativa de Parar a Vida”.
E lembrar sempre, que, para psicanálise, desejar a morte do outro, é, na verdade, querer a morte de si mesmo.
Como afirma, Dona Eleitorina: “No Amazonas, votar é um dilema. A oferta é de causar pena!”.