CAMPANHA DE LULA DENUNCIOU CENSURA E PARCIALIDADE DE NUNES MARQUES
Mais cedo, Nunes Marques determinou a derrubada do canal do Whatsapp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. A Corregedoria-Geral Eleitoral suspendeu a decisão.
Lula e Nunes MarquesCRÉDITO: RICARDO STUCKERT E ANTONIO AUGUSTO/TSE
247 – A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) denunciou neste domingo (11) censura e parcialidade do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, em favor do candidato do PL, Flávio Bolsonaro.
Mais cedo, Nunes Marques determinou a derrubada do canal do Whatsapp “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones. A Corregedoria-Geral Eleitoral suspendeu a decisão e submeteu a análise ao plenário do TSE. A decisão de Nunes Marques atendia a um pedido de Flávio Bolsonaro.
“Isso tem nome: censura. Que viola um principio fundametal da Constituição Federal que é a liberdade de expressão. Ela cala um canal inteiro, e inibe a mobilização espontânea de mais de 3,4 milhões de brasileiros, que ingressaram por vontade própria. Kassio Nunes ainda usurpou a competência do corregedor do TSE para julgar essas ações. Além disso, ele também utiliza do processo administrativo para impedir a participação dos demais Ministros com um julgamento no plenário do Tribunal”, diz a nota da campanha.
“A quem interessa mais esse ato de censura? A quem interessa calar a mobilização espontânea das redes justamente agora?”, questiona a nota, que anuncia que a campanha recorrerá à decisão inicial de Nunes Marques.
“Nenhuma decisão vai calar o povo brasileiro. Cada eleitor e cada eleitora será um canal de comunicação, mobilizando todas as páginas, perfis e grupos para reeleger o presidente Lula. Estamos ainda mais fortes, nas ruas e nas redes, e no dia 25 de outubro vamos mostrar nas urnas que o Brasil vai voltar a vencer. Não vamos nos intimidar. Sigam mobilizados. A mobilização do povo brasileiro está cada vez maior, e ninguém vai conseguir pará-la”, completa a nota.