OCEANOS ENFRENTAM PRESSÃO “GRAVE E ACELERADA”, APONTA NOVO RELATÓRIO DA ONU

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

umentos relativos de temperatura foram o Oceano Atlântico e as áreas meridionais dos oceanos Índico e Pacífico.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, outro dado alarmante do documento refere-se à contaminação por plástico. A avaliação estima que 52,1 milhões de toneladas de resíduos plásticos cheguem aos oceanos todos os anos. Como consequência, existem atualmente cerca de 24,4 trilhões de partículas de microplásticos dispersas nos mares, afetando mais de 4 mil espécies marinhas.

O estudo também chama atenção para fatores estruturais que ampliam a pressão sobre os mares, incluindo o crescimento populacional, mudanças demográficas, avanços tecnológicos e instabilidades econômicas e geopolíticas. A população mundial passou de 7,7 bilhões de pessoas em 2017 para 8,2 bilhões no fim de 2024.

Atualmente, mais de um terço da humanidade vive a menos de 100 quilômetros da costa, enquanto 11% das pessoas habitam áreas situadas a menos de dez metros acima do nível do mar.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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