RACHA, AFIRMOU QUE LULA É O DIABO. EM SEU EGO-FALSIFICADO, NÃO SABE QUE DEUS É PARCEIRO DE LULA
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
“Mas ovelha negra me desgarrei. O meu pastor não sabe que sei, da arma oculta em sua mão”.
Agnus Sei de Aldir Blanc com música de João Bosco
O MEDO E A PERCEPÇÃO FICCIONAL DO FASCISTA
Diante da desnudação de sua inquestionável visibilidade ficcional, Flávio Racha, desesperado, tenta vestir sua visível imoralidade com a mesma vestimenta que sempre fez uso.
No Racha, o sintoma psiquiátrico do ‘como se’ apresentado por sujeitos que tentam ser o que não são, já se encontra por demais exposto: não precisava de papo-criminal com Vorcaro.
Só não conhece o Racha quem é igual a ele, porque não suporta perceber a si mesmo.
Como todo fascista, ele é dominado pelo medo, aí seu mundo ficcional auto-enganador (engasgador) usado para enganar (engasgar) os enganáveis (engasgáveis).
‘DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL’. COM TODO RESPEITO, GLAUBER ROCHA!
Como todo ego-falsificado, Racha não pode ter em si a faculdade da percepção-compreensão clara e distinta do Real.
Afirmou que Lula é o Diabo. Como não é dotado dessa faculdade de pensar, fez uso do que é: ficção.
A ficção, como a superstição, é produto do medo. Logo, Racha se denudou diante da objetividade duas vezes:
– Se referiu a um ente-nominal, Diabo sem conhecê-lo, porque não existe. Trata-se de uma ficção: negação da comparação que fez com Lula.
– Como Lula é Real, não é uma ficção, aí seu pavor dele, usou o termo diabo para manter seus votos-supersticiosos nas mãos. Só que como tudo é ficção para ele, inclusive o sangue de seu pai quando ele exibe o braço gritando: “Aqui tem sangue de Bolsonaro!”, seu desespero exacerba porque não pode parar a realidade vorcariana.
E nessa tirania-ficcional, nem percebe que deus é parceiro de Lula, porque junto com o Povo Brasileiro, cria ambiência maravilhante para a maioria.
Com afirma seu Pedro das Pedreiras: “O pior desafio para uma mortal ou um mortal, é lutar contra ficção, porque ela não percebe o Real. Então, parece, que o jeito é se tornar ficcional para combatê-la em seu mundo-fictício. Ou, então, se manter Real e combatê-la na Objetividade, onde ela jamais tem segurança. Aí, é só… xelepe, xelepe!”.