O PSOL, DE MANAUS, PROCESSA AS JUNÇÕES ENCADEANTES DE SUA ENUNCIAÇÃO ELEITORAL-2026

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                                                                           Só pode se tomar Comunalidade quem se toma Devir-Político.

                                                                                                  Laninha das Desterritorializações

 

ENUNCIAÇÕES COMUNALIDADES

 

O Partido Socialismo e Liberdade, PSOL, diferente de outros partidos chamados de esquerda, tem uma singularidade histórica que lhe torna um Corpus-Político essencialmente Crítico.

 

Sua nominalização remete ao Movimento Socialismo e Liberdade criado pelos filósofos existencialista-marxistas, Jean Paul Sartre, Merleau Ponty, Roland Barthes, Simone Beauvoir, Albert Camus, Paul Nizan, etc., que atuaram intensamente nos períodos pré e pós Segunda Guerra Mundial. 

 

Nesse Devir-Histórico, em, Manaus, o PSOL é o único partido de esquerda que conhece a distinção entre os conceitos Comunidade e Comunalidade.

 

Como se sabe, Comunidade é um conceito capturado pela linguagem do Estado para poder manter sob observação-paranoica o território, os moradores e suas atividades comuns. O que significa que Comunidade não passa de um lugar onde pessoas tratam apenas dos comportamentos e funções determinadas pelo Estado. Por exemplo: Qualidade Estatística. Facilidade para candidato demagogo. 

 

Já, Comunalidade, é o Devir-Político-Social do Povo que produz o território que não se reduz em área-geográfica, populacional, mas é um continuo processual de produção do Novo necessário e satisfatório ao Devir-Humano. Trata-se de um Território-Movente que Pulsa como Criação-Política do Existir Historicamente.

 

DAS ENUNCIAÇÕES ELEITORAIS 2026

 

São muitos corpus-desejantes que compõem o Grupo não Sujeitado que é o PSOL. Muitos não como número, mas como numerante: o Movente-Criador.

 

Observemos, por enquanto, apenas dois Sujeitos-Sintomas, como mostra o filósofo-psiquiatra, Félix Guattari, os que acreditam que não há espaço nessa mecânica social para eles, daí a importância de mudá-la. 

 

1 O Bio-Ecólogo, professor, Welton Oda. 

Oda faz parte de um Processual-Deviriano na Comunalidade do Bairro do Coroado que envolve criações de altercações Políticas-Educacionais-Sociais-Ecológicas com princípios de mudanças nos conceitos e comportamentos que obstruem o Desejo da Vida posto que é mantido pelo sistema capitalista/capitalístico.

Oda se mostra como possível candidato ao posto legislativo de deputado federal. 

 

2 – O empresário, Nelson Rocha.

Nelson, faz parte de uma família que chegou há décadas em Manaus, trazendo a técnica e singularidade de compor novas formas do produto, que parece simples mas não: Sorvete e Picolé.

 

Essa técnica singular, mudou o conceito de compor sorvete e picolé, principalmente, em uma capital cuja temperatura é comumente elevada. Dizem até que, em função do calor, Manaus era para ser chamada de terra do churrasco.

 

Todavia, Nelson Rocha não ficou apenas na produção limitada de empresa-sorveteria. Ele deu o salto transcendental da função de pedagogo do sorvete e picolé.

 

Há 25 anos ele percebeu, clara e distintamente que poderia transformar sua pedagogia-refrescante, em uma pedagogia diretamente satisfatórias às crianças.

  

Há 25 anos, todo Dia de Natal, ele se transmuta de Nelson Rocha em Papai Noelson.

 

Nesse Dia Natalino, ele distribui no bairro da Cidade Nova e bairros adjacentes, e alguns bairros mais distantes, sorvete e picolé para crianças. Certo que não só crianças que ganham os objetos refrescantes. Adultos também ganham, mas o privilégio maior mesmo são as crianças. São elas a Objetivação-Subjetivação do processual.

 

Mas o grande toque dessa pedagogia-refrescante para as crianças, não é só o ato de consumir o sorvete e o picolé: é o afeto psíquico-educacional que representa para elas.

 

Elas adoram consumir o sorvete e o picolé, mas o mais envolvente nelas é se perceberem sendo necessárias para o Mundo, porque participa de uma festa endereça para elas. Elas compreendem que o Mundo também é delas. E não é pela forma simbólica-metafísica da data Natal e nem pelo nome Papai Noelson, mas, sim, pela gratificante-vivência de se sentir importante sem a força da dominação do sistema opressivo.

 

Assim, a pedagogia de Nelson Rocha produz a Relação-Comunalidade com as Crianças. Muito diferente dos exploradores demagógicos que só entendem o conceito esvaziado de Comunidade e tentam usá-las para, demagogicamente, atingirem seus pais como submissos-eleitores. 

 

Nelson Rocha, como Sujeito-Sintoma, é possível candidato ao posto legislativo de deputado estadual.

 

Como diz, Dindinha Ecológica: “Acho que entendi: Como a Ecologia é contínua, nunca para, o simbólico do sorvete e do picolé, também se movimenta, mesmo na chuva!”. 

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