Em julho, Dallagnol foi sentenciado a reparar o presidente em R$ 135.435,22. No entanto, o condenado não foi encontrado no endereço paulista fornecido à Justiça, local aliás em que ele nunca morou.
Assim, restou aos advogados de Lula protocolarem um novo requerimento à justiça, a fim de atualizar os endereços do procurador em Curitiba, para que seja intimado a pagar a indenização e, em caso de descumprimento, multa de mais 10% sobre o valor.
Em 2016, Dallagnol apresentou um slide de PowerPoint em que chamou Lula de general de uma organização criminosa, que praticava a propinocracia em seu governo.
Para o juiz Carlo Brito Melfi, o ex-procurador extrapolou os limites da função pública com tais acusações à mídia, feita antes da abertura formal da ação penal. Consequentemente, a apresentação violou os direitos de Lula.
Nas redes sociais, Dallagnol afirmou que estava dentro da legalidade, que não houve ofensa à honra de Lula e, consequentemente, o dano moral não estaria configurado.
*Com informações da Revista Fórum.