BOTAFOGO, TIME NORTE-AMERICANO, É O 1° QUE PEDE PENICO NO TORNEIO ILUDIDOR DA FIFA ALCUNHADO DE MUNDIAL. COMO SE O MUNDO SE RESUMISSE EM ILUSÃO
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
“Fim de carnaval
Acabou-se o que era doce
Acabou-se a ilusão outra vez.
Só restou o perfume no ar
De uma linda canção
Que se desfez…”.
Chico poderia cantar essa belíssima canção para o Botafogo, mas não canta por dois princípios:
1 – É brasileiríssimo.
2 – É tricolor. Flusão do Peito Vermelho!
Pois é, Tio Lauro: Não deu. Desde que o Fogão virou brasinha norte–americana, Garrincha voltou para Pau Grande para vibrar com os seus Joãos que tanto tornou alegre o Futebol-Ético. O Futebol da Honrosa Brasilidade.
O time norte-americano pediu penico no torneio que a empresa mais comprometida com o esporte capitalizado, daí as acusações de corrupção, promove iludindo ( só se ilude quem é iludível) os dominados pelas partículas-histéricas que alimentam e mantém esta expressão chamada de futebol.
E o pior para o time norte-americano é que quem lhe endereçou para o penico foi um time brasileiro. E mais, um time que tem o símbolo da tropicalidade tupi-tapuia: o Periquito.
E, então, já beijou seu Periquito hoje?
Para quem adora e luta histericamente para ser iludido, uma ‘maravilhosa’ informação: O presidente da FIFA, no auge de sua exacerbação-narcísica-capitalística, afirmou que “agora vai se saber quem é o clube melhor do mundo”. Como se o Mundo se resumisse em futebol que não percebe o genocídio praticado por Israel em Gaza. E se resume simplesmente em subjetividade capitalizada eufemisticamente chamada de entretenimento.
Mas, o Botafogo, como time norte-americano, pode tirar um bom proveitos dessa penicada. Como não vai ser o melhor time do mundo fifano, ele frustra o imperialismo norte-americano: os EUA não vão ter o melhor time de futebol do mundo.
O Botafogo bem que poderia, como o melhor time do mundo, tentar cantar a envolvente música de Renato Russo, ‘Por Enquanto’, especificamente o último verso, “estamos indo de volta pra casa”.
Ele poderia cantar mas se fosse um time da África, da Ásia, da América do Sul, da América Central, da Europa, da Oceania, mas não é. Ele é um time norte-americano, por isso não pode cantar “estamos indo de volta pra casa”. Ele já se encontra em casa. Ele é um time ianque. Não pode voltar para casa!
Como diz, Tia Zenóbia: “Não fica triste, Lauro. O Garrincha, o Manga, o Nilton Santos, e outros fogaréus-craquíssimos podem cantar com Renato Russo, que “mudaram as estações, mas nada mudou”. Somos ainda foguíssimos. O dólar não nos apaga. Continuamos queimando, por isso não torcemos por esse Botafogo-fálico norte-americano. Não é nossa Cultura! Obrigado, Periquito! Eu já beijei meu periquito hoje!”.