PROFESSORES DO ENSINO PÚBLICO MUNICIPAL DE MANAUS ESPANTAM A PASSIVIDADE-ALIENADA E EXIGEM DO PREFEITO 10% DE DIREITOS, JÁ!
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Quem conhece o samba-enredo-tradicional da Consciência-Política dos professores de Manaus, sabe muito bem que o tema principal é a alienação.
A alienação de classe, sempre pegou muito bem na maioria desses ditos profissionais do Ensino Público que não sabe sequer o sentido de Classe Profissional.
Não precisa tratar do Ensino Privado, já que o capitalismo tem boa voz de dominação neste alcunhado modo de ensino e os professores não passam de meros reverberadores desta dominação.
Esta maioria é desconhecedora de seu direitos de Trabalhadores da Educação como responsáveis pelas revoluções necessárias para as metamorfoses que a Educação deve promover em uma Sociedade. Por isso, é certíssimo afirmar que não há Metamorfoses Sociais sem Educação-Revolucionária. O resto é a alienação que o sistema-dominante adora, cultua e promove através desses alienados profissionais.
Entretanto, a chamada semana ativa, começou em Manaus com um maravilhoso Ato que dignifica a Existência-Social Manauara: Hoje, dia 16 pela manhã, alguns professores, conhecedores de seus direitos como Classe Trabalhadora da Educação do Município de Manaus, que teima em ser Não-Cidade, decidiram realizar um protesto contra a prefeitura como instituição e o prefeito, David Almeida, como responsável pelo não pagamento de 100% que lhes cabe como significado-profissional.
A Palavra de Ordem é: “NÃO IREMOS NOS CALAR! 10%, JÁ! Apesar de ‘calar’ não rimar com ‘já’, mas rima com protestar e revolucionar. É o que vale.
Estes Trabalhadores da Educação decidiram, com o Ato Protestante Educacional, não só realizar a reivindicação profissional de direito, mas, também, tentar espantar a passividade-alienada que acomete a maioria da categoria (com rima e tudo) que se desconfia, pela passividade-alienada, é anti-democrata, já que Democracia é Devir-Político Bem Estar Comum. E, de quebra, não sabe votar: encontra-se enebriado pelo inculto-bolsonarismo.
Como afirma a professora, Honorina: “Professor que é escravo da alienação, não serve para a Educação! Sacou!?”.