QUE PAI FOI BOLSONARO PARA EDUARDO, SE ELE, COMO FILHO, TRATA TRUMP COMO PAI?

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Nas antigas se dizia: “Quem não tem pai em casa, encontra na rua!”. 

 

O função política, psíquica, pedagógica, social e ética da mãe e do pai é possibilitar ao filho ou filha, vivências que eles possam criar para si um Ego solidário, altruísta, amável, comprometido, corajoso, honesto e amante da Vida. Um Ego engajado no Bem-Estar Comum. Um Ego-Democrata. Um Ego engajado na Gravidade-Existencial para atingir a Grandeza-Ontológica. 

 

A maternidade-paternidade que não possibilita esses princípios, atrofia a filha e o filho que jamais serão adulto. A existência será apenas uma fantasmagoria simuladora da maioridade.

 

Eduardo Bolsonaro tem mostrado, ao povo brasileiro e ao povo norte-americano, que tem uma dependência-infantilizada (infância-traída) ao Trump. Um inegável caso psicanalítico de dependência-edipiana: Trump é o pai simbólico dele.

 

Ora, se Trump é o pai de Eduardo, porque Eduardo não consegue existir sem ele, então, quem é Trump para Jair Bolsonaro que, também, o trata como pai? 

 

Se Eduardo e Jair, têm Trump como pai, logo eles são irmãos. Não são pai e filho. Simples, não?  

 

Se os dois são filhos de Trump, que é norte-americano, logo, os dois que babam pelos EUA, não são brasileiros: são, também, norte-americanos.

 Este o motivo fundamental dos dois tomarem o Brasil como inimigo. E, mais do mais, são espiões no Brasil.

 

Como afirma, Dona Picica Ana Lítica: “A criança é o Pai do Homem, mesmo!”. 

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