MUITAS VEZES, A EMOÇÃO NÃO REFLETE A INTELIGÊNCIA. O QUE ERA QUE DINO TINHA QUE DISCUTIR COM O “TERRIVELMENTE” BOLSONARISTA, MENDONÇA?
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Flávio Dino, é um jurista de constituição-epistemológica singular e ética. O que o faz um homem de Grandeza Ontológica em razão de sua Gravidade Existencial.
É, ministro do STF, mas já era notoriedade antes de ser tornado partícipe da Corte Maior da Justiça Brasileira, por indicação de Lula.
André Mendonça, epistemologicamente e juridicamente é o antagônico de Dino.
Tem constituição cognitiva e ética impossível de ser comparada com Dino, dado o seu estar no mundo.
Foi escolhido para ministro do STF, por Bolsonaro o personagem mais destacado da brutalidade da extrema-direita brasileira. Fato humilhante que Dino, jamais aceitaria.
Entretanto, ontem, dia 7, ao ser discutido no STF, tema do Código Penal, Calúnia e Ofensa a Honra, Dino foi cair na besteira de debater como “terrivelmente” bolsonarista, Mendonça, quem sabe para lhe conceder privilégio, mas não precisava, a opinião de alguém ao chamar outro de ‘ladrão’.
O ministro, Moraes, antes já havia dito: “Acho extremamente grave alguém me chamar de ladrão”.
O bolsonarista, por sua vez, afirmou que chamar alguém de ‘ladrão’ não significaria a imputação de um crime. E, mais, “o ‘ladrão’ é uma opinião sobre a pessoa, não é um fato específico”.
Dino, com sua ética socializada, rebateu o bolsonarista: “Ministro André, para mim é uma ofensa grave. Eu não admito que ninguém me chame de ladrão. Se um advogado subisse a essa tribuna e dissesse que vossa excelência é ladrão, eu ficaria curioso para ver a reação de vossa excelência”.
O certo mesmo, é que a emoção de Dino, não refletiu sua inteligência.
Ele não tem nada o que aprender com o “terrivelmente” bolsonarista, como o “terrivelmente” bolsonarista não tem nada para ensinar a Dino como não tem qualquer partícula-signo-epistemológico para aprender o que Dino tem como constituição de sua inteligência.
Como diz, a Professora Cognitila: “Talvez, Dino tenha tido a intenção-masoquista, ou sádica, quem sabe?, de praticar a Sabedoria-Povão: “É mais fácil um sábio se passar por ignorante do que um ignorante se passar por sábio”.