PROFESSOR MIGUEL OLIVEIRA É CATÓLICO, APOSTÓLICO, PETISTA. SENTE-SE TRAÍDO POR OUTRO PETISTA. E COMO FICA O “DIZE-ME COM QUEM ANDAS…”?

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

O Partido dos Trabalhadores (PT) de Manaus é como qualquer partido de direita: não tem Desejo.

 

O professor Miguel Oliveira, é um tradicional militante dos direitos dos professores, e muitas vezes foi líder de greves vencidas e perdidas. Uma luta muitas vezes inglória em função da maioria dos professores ser estruturalmente alienada. Muitos chegando ao nazifascismo, já que são eleitores de Bolsonaro.

 

Como faz parte de um partido sem Desejo, o professor Miguel Oliveira não sabe quem são seus simulados companheiros.

 

Daí, recorrer ao território delirante, redes sociais, o refúgio dos esquecidos por si mesmos, para comentar a traição ( apesar de traição ser de outra ordem) que sofreu por parte de um de seus simulados companheiros: Jamisson da Silva Maia, conhecido na roda anti-desejante como ‘Chorão’.

 

Em sua rede – infelizmente não de ticum -, o professor iniciou seu relato: “Nesta manhã de sábado, 26.04.2025, fui surpreendido com a minha remoção de todos os grupos de professores de Manaus, Amazonas, pelo professor Jamisson da Silva Maia”.

 

Segundo, Miguel Oliveira é a segunda vez que o ‘Chorão’ comete esse ato, e, ele,pergunta: “Por que será que ele me removeu dos grupos? A iniciativa foi pessoal ou decisão do coletivo da CNB (Construindo um Novo Brasil que Lula faz parte) Amazonas (João Pedro) da qual eu, Luís Carlos Perrone e Edmilson Lima não mais fazemos parte, mas continuamos na CNB… ?”.

 

O nome, João Pedro, que aparece entre parêntese, é de um membro do partido que ocupa um graduado cargo no governo Lula, como sempre ocupou em outros governos presidenciais do PT. É alguém que os membros do partido sem Desejo, chamam de ex-senador, mas que nunca foi eleito para tal cargo. Foi eleito vereador, no século passado pelo PCdoB. E o professor, Miguel, foi sempre seu cabo eleitoral. 

 

O professor Miguel Oliveira é candidato ao cargo de presidente do Diretório Municipal do partido. E ele levanta uma indagação própria de partido sem Desejo. Ele pergunta: Por que me tirar de todos os grupos?  E, em seguida, afirma que não sabe, mas desconfia.

 

Talvez, por se encontrar tanto tempo em um partido sem Desejo, o professor não tenha percebido que enunciou uma pergunta com a resposta, apesar de toda perguntar ser sua própria resposta.

 

Ele afirma que não sabe, mas desconfia. Se desconfia sabe. E se cabe, deve divulgar, já que é candidato ao cargo de presidente do Diretório Municipal e a ocultação é sintoma psicopatológico. Ocultar é mentir. E mentir é prática bolsonarista. 

 

Além de quê, divulgar o que desconfia é um bom momento para tentar excitar a desobstrução do Desejo e arriscar a espantar o espectro de política que o PT de Manaus carrega, com suas correntes, assombrando a Democracia. 

 

Mas, se não divulgar, o professor Miguel Oliveira, vai reafirmar que é católico, apostólico, petista, e nunca entendeu o “Dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és”.

 

Todavia, a Política saberá que trata-se, também, de um petista sem Desejo.

   

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