CLÁUDIO CASTRO, GOVERNADOR-BOLSONARISTA DO RJ, TENTOU ELIMINAR O FILÓSOFO, PITÁGORAS: MANDOU PM DIVULGAR QUE NO CHABU-BOLSONARISTA TINHAM 400 MIL
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Para o filósofo, Pitágoras, conhecido como Pai da Matemática, o número é um signo-lógico que expressa a quantidade essencial de um objeto ou ideia.
Na sabedoria, Povão: o número é um referente-expressivo enunciador de um ou mais objetos.
Como já é do conhecimento dos Democratas e dos antidemocratas, o ato mendigante de anistia promovidos por Bolsonaro e seus iguais, foi Esplendoro-Chabu: os próprios nazifascistas-bolsonaristas não anistiaram seu mito. Não compareceram ao delírio-fantasmático que redundou em apenas 18 mil antidemocratas.
A Universidade de São Paulo (USP) realizou sua pesquisa no chamado momento do ápice (se é que teve) tresloucado, e afirmou que se reduziu ao mísero comparecimento de 18 mil.
Como o delírio tinha o objetivo de propagandear, aos otários, que havia uma quantidade de milhões de brasileiros querendo que Bolsonaro e seu amestrados fossem anistiados, era necessário apresentar um público de, pelo menos, um milhão.
Como não deu um milhão, deu apelação! O governador do Rio de Janeiro, bolsonarista de papo amarelo, Cláudio de Castro, determinou que a PM divulgasse o número de público eliminador do filósofo, Pitágoras de 400 mil.
Como com Pitágoras não se brinca, o matemático brasileiro, Malba Tahan, que a Assembleia do Rio de Janeiro determinou o dia 6 de maio, data de seu nascimento, como o Dia do Matemático, mandou ver: A USP sabe mais Matemática do que o governador-bolsonarista.
E, ainda, os advertiu: Deixem, Pitágoras em paz. Se não sabem Matemática, por que querem ser governantes? Quem não sabe Matemática, não serve nem para ‘CONTAR” estória!