TRABALHADORA QUE SOFREU PRECONCEITO POR SER MULHER SERÁ INDENIZADA EM R$ 7 MIL, DECIDIU JUSTIÇA
Funcionária ouvia questionamentos sobre suas habilidades profissionais; chefe admitiu preferir promover apenas homens
De acordo com os autos, o chefe dizia que a funcionária não tinha qualidade para estar ali e que não poderia ser promovida, uma vez que era mulher e mulher dá muito trabalho.
A funcionária chegou a ser promovida durante um período de licença médica do chefe, que quando voltou ao trabalho, questionou a promoção e ainda alegou que a oportunidade deveria ter sido oferecida a um homem.
Uma testemunha confirmou os relatos e acrescentou que promoções deveriam ser destinadas apenas a funcionários do sexo masculino, mesmo que eles tivessem menos tempo de serviço em comparação às funcionarias.
*Com informações do Conjur.