PROFESSORES DE MANAUS TÊM SUAS ALIENAÇÕES POLÍTICA-EDUCACIONAL CONFIRMADAS COM DENÚNCIA DE FRAUDE MILIONÁRIA NA GESTÃO DE ARTHUR E DA SECRETÁRIA DA SEMED, KÁTIA SCHWEICKARDT

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

26/2/25

Diz a sabedoria da Linguística-Populus: Uma conversa puxa outra. 

 

A Polícia Federal realizou, ontem em Manaus, dia 24 de fevereiro de 2025, a Operação ‘Sem Sabor’ cujo trabalho investigativo foi iniciado com uma ação popular e auditorias do Ministério Público Federa (MPF) e Tribunal de Contas da União (TCU) com o objetivo de desarticular esquema de fraude em licitação e desvio de recursos públicos que eram endereçados para aquisição de kits de merenda escolar em Manaus. A Operação foi composta por seis mandados de busca e apreensão.

 

A Operação ‘Sem Sabor’ tem relação direta com a gestão do prefeito, Arthur Neto, no ano de 2020. Arthur, para os de boa memória, é o mesmo que, quando senador do PSDB, ameaçou aplicar uma surra em Lula. Acreditava que era um lutador de karatê da mesma forma que hoje, em nota de esclarecimento, afirmou que é um homem honrado, que sua honradez chega primeiro que ele para onde ele vai, é um homem livre.

 

Nessa gestão, a sua secretária de Educação Municipal, era Kátia Schweickardt. A secretária, que em sua humana educação, chamou os professores da rede municipal de ‘criminosos’. E ficou por isso mesmo, já que os ‘criminosos’ são alienados político-educacional. E não tem um sindicato que discuta com os tais professores e professoras o sentido concreto de Classe Profissional. São professores professoras que sempre votam em candidatos reacionários e, muitos e muitas, são eleitores-eleitoras de Bolsonaro.

 

Não aprenderam com o filósofo-psiquiatra, Félix Guattari, o significado político de coeficiente de transversalidade. O corpo hierárquico institucional que imprime viseiras em seus membros fazendo com que eles não tenham qualquer ânimo para decifrar a força opressiva dos que lhes comandam para que todos permaneçam inertes em suas posições submissas.

 

Com suas viseiras não percebem que, embora professores e professoras, têm a obrigação de atuarem no corpo burocrático hierárquico da instituição que são operadores. Conhecer, tanto a administração do prefeito, como da secretária ou secretário de Educação e procurar opinar e interferir quando percebem atos contra o ensino público, já que são agentes-políticos-públicos. Daí, que suas funções não se resumem na sala de aula. A aula é um ato-político, mas que começa fora, na Sociedade Civil.

 

Desconhecedores do coeficiente de transversalidade, não sabem que seus direitos estão imbricados e comprometidos com a Sociedade Civil. Assim, alienados político-educacional nada compreendem de sua classe. E não se conhecendo como classe, não sabem que a greve é sua Potência-Política como Trabalhador. Fato-Histórico-Real que até professores filiados ao Partido dos Trabalhadores, também, desconhecem. 

 

Foi, exatamente, por suas alienações política-educacional que não viram o que estava ocorrendo na SEMED. Alguns, com suas viseiras, podem até afirmar: “Mas eu sou professora, professor. Não sou responsável pela administração-técnica-burocrática”. É claro que trata-se da demonstração inconteste de suas alienações redundadas em ausências de compromisso social. Negação política-educacional-social da vocação e profissão de Professor-Educador. 

 

Por isso, foram chamados de ‘criminosos’ e ficaram caladinhas, caladinhos, engolindo em seco junto com o sindicato apolítico.

 

Enquanto isso, a ex-secretária de Arthur, a Kátia, ganhou como prêmio um cargo bem hierarquizado, Secretaria de Educação Básica (SEB), longe do coeficiente de transversalidade, no Ministério da Educação. Cargo impulsionado por essas professoras e professores alienados político-educacional-social cuja categoria, para elas e eles, é uma mera ficção, mistificação, falsificação. O que lhes fazem o arquétipo da alienante inteligência artificial. Nada REAL 

 

E tudo fica do mesmo jeito: ‘Sem Sabor’.   

 

   

 

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