BOLSONARO, COM SUA FALA-PORNÔ, AFIRMOU: “CAGUEI PARA PRISÃO!”. AGORA, DESAFIRMOU. FREUD, ANALISOU: “ELE, ESTÁ SE DESMANCHANDO DE MEDO!”
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Atenção! Muito cuidado com o olfato! Matéria tóxica!
O filósofo das Considerações Intempestivas, o alemão, Nietzsche, diz que tem um excelente olfato: conhece um sujeito pelo odor de suas entranhas.
Se, Nietzsche, encontrasse, Bolsonaro, não precisava ouvi-lo pornofonar.
Lula, sabia que o extremoso estava mentido quando pornofonetizou, já que quando ele tem diarreia foge para os EUA. Mas, ele cagou e ficou no Brasil. Aí, a prova da mentira.
Todos os animais produzem fezes. Um Rouxinol, produz fezes. Só o auto-corrompido animal alcunhado de humano, metamorfoseou-as em enunciação-pornô fonemática e gráfica, usada para agredir.
Cagar, como agressão, é uma regressão anal. Não é mais fezes. Nada tem com os intestinos. Faz parte da semiotização de uma parte do corpo deslocada como uma tatuagem que toma lugar dessa parte do corpo: fetiche.
É uma enunciação, retentiva-sádica-prazerosa. Assim, como também, vai tomar no olho. Compulsivamente cultuada.
É uma regressão-nostálgica do tempo em que a boca se confundia com o ânus.
O psicanalista, Lacan, diz que quando se fala o significante-palavra-objeto, passa pela boca.
O poeta diz para a amada: “O mel escorre de tua boca”. Quem pronuncia cagar, faz escorrer por sua boca esse mel-anal.
Quando, Freud analisa a pornofonia de Bolsonaro, ele afirma que o extremoso está com medo. É, porque, nos sujeitos-sujeitados o medo causa prazer. Ele produz fascinação. É o que experimentam os homofóbicos: inveja-fascinante diante do homo.
Por isso, Bolsonaro cultua o medo.
Por isso ele se exibe como valente e faz o proselitismo da tortura.
Por isso, Dona Erostide, pergunta: “Por que, jogam bosta na Geni?”