O PARÁ QUE SEMPRE DEU BONS TOQUES AO AMAZONAS, COPIOU SEUS ERROS COM SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO, ROSSIELI QUE NÃO DEU CERTO NA TERRA DE AJURICABA

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Rossieli Soares (PSDB) é mestre em Gestão e Avaliação Educacional. Foi ministro da Educação de Temer, o que já era para se temer. Temer foi um dos golpistas que apoiou o impeachment da presidenta, Dilma Vana Rousseff, eleita democraticamente. Também, secretário de Educação de São Paulo no governo de Dória

 

Rossieli Soares,  impulsionado por sua obsessão-gestora, foi nomeado secretário de Educação do Estado do Amazonas nos governos de Omar Aziz e Zé Melo, com uma gestão para lá de sofrida quando foi alvo de vários protestos de professores e funcionário que não aprovavam seu estilo de administração apoiado por falta de diálogo democrático protegido pelo escudo do autoritarismo. O que já é atávico na Secretaria de Educação do Amazonas. 

 

Mesmo com estrutura-psíquica que não lhe facilita lidar com pessoas como administrador da coisa pública, Helder Barbalho, governador do estado do Pará lhe nomeou secretário de Educação.

 

Resulta resultado, como expressa o pedagogo paulofreiriano, Abdiel Moreno, Rossieli, como defensor do ensino a distância tentou influir na educação das escolas indígenas o que levou os senhores da terra reagir e lutar por seus direitos. Porém, o secretário conseguiu manter uma greve dos professores do Ensino Público que varou mais de 20 dias. 

 

Sua fama de autoritário e nada democrático em relação ao diálogo, levou a Coordenadora-Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, professora Conceição Holanda, afirmar:

“Seria muito infeliz o governo tentar manter alguém que não dialoga, que é autoritário. E não dialoga só com o sindicato, não. Com as universidades, todo e qualquer segmento que peça para conversar com ele, ele simplesmente ignora”.

 

Já o professor, Carlos Giannazi (PSOL-SP), simplificou a atuação de Rossieli, no estado, com esta análise:

“Ele criou uma nova carreira que diminuiu ainda mais a categoria. Implantou escolas de tempo integral sem estrutura, apenas para tentar reeleger Doria, e depois saiu para ser deputado federal. A gestão dele foi desastrosa para a educação em São Paulo, com vários retrocessos que contribuíram para a decadência do ensino no estado”, afirmou Giannazi.

 

Rossieli, em 2019, foi processado pelo MPF por improbidade administrativa e dispensa ilegal de licitação em contratos de transporte escolar, no período de 2013 a 2015,  e endereçando recursos do Fundeb irregularmente.

 

 Também, foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) em 2017 a devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos em função de pagar obras de escolas que não foram realizadas (Informação do GGN). 

 

Outra excelente atuação do secretário ocorreu no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, quando ele afirmou, humanamente, no tempo da Covid-19, que havia estudos que comprovavam que “a criança que frequenta a creche tem menos contaminação que aquela que não vai”. 

 

Com tantos toques, o Pará, parou na não-educação, mesmo com todo exemplo cruel do Amazonas. 

 

Poeminha sem Narcismo das Pequenas Vizinhas. 

Quem diria

Que um dia

O Pará faria

Com o Amazonas parceria!

 

 

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