BOLSONARO É HOMENAGEADO EM ATO-FÚNEBRE, EM MANAUS, POR SUA CONTRIBUIÇÃO EM CENTENAS DE MORTES POR COVID-19 DE MANAUARAS
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
“Eu não sou coveiro, tá certo?”.
“Se tomar vacina e virar jacaré não tenho nada a ver com isso”…

Bolsonaro
Os três principais órgãos da Justiça do Estado Brasileiro, Polícia Federal (PF), Procuradoria-Geral da República (PGR) e Supremo Tribunal Federal (STF) estão investigando, analisando e colhendo provas contra vários crimes que Bolsonaro é acusado e que podem levá-lo a se tornar um inquilino da Penitenciária da Papuda. Embora, ele venha divulgando um delirante otimismo que isso jamais ocorrerá.
Todavia, entre esses crimes que ele é acusado, existe um que vai além da concretização dele: Os mortos pela Covid-19 que assolou o Brasil durante mais de dois anos. Em quase todos os países a Pandemia foi tratada como um caso de saúde de forma cientificamente inteligente, comprometida e responsável. O contrário do que ocorreu no Brasil.

A Pandemia, no Brasil, não foi só um caso de saúde. Foi, também, o momento mais cruel que um povo sofreu em sua existência pela força perversa de um alcunhado presidente que além de limitado intelectualmente, e por força de alterações-morais, sofre de desprezo pelos direitos da população.
Durante a Pandemia, Bolsonaro debochou da população mais carente e que precisava da atuação do estado e, ele, simplesmente desprezou todos chamando de “gripezinha”, não se preocupando em estabelecer uma política de vacinação, além de propagar sua negação contra a vacinação. Tudo se reduziu ao chocante: a Pandemia não existe! A Pandemia não mata!
Manaus, pela força sádica de Bolsonaro, mais o governador, Wilson Lima e o prefeito-evangelizante, David Almeida, foi o local que experimentou o maior caso de violência à vida de seus habitantes em todo o mundo. Manaus passou a ter o status-internacional da dor, do desespero e da morte.
Sofreu desde da ausência de leitos nos hospitais, passando pela inexistência de política de vacinação até a falta de oxigênio que levou inúmeros manauaras ao estado de morte, enquanto Bolsonaro, debochava junto com seus ministros e cúmplices. Tudo muito bem mostrado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).

Em função dessa perversa-realidade-psicopatológica, membros do Partido dos Trabalhadores de Manaus, decidiram realizar uma homenagem para Bolsonaro, através de um Ato-Fúnebre por sua contribuição inumana às mortes de centenas de manauaras. E para ficar muito bem explícito, o Ato-Fúnebre-Bolsonaroso ocorreu, ontem, dia 2, na Praia da Ponta Negra. Point de alucinações e delírios dos bolsonaristas.
Como estamos em tempo de eleição, é bom lembrar que muitos desses manauaras que morreram talvez tenham votado em Bolsonaro, acreditando que ele era realmente o crente que propagava a sentença: “Deus Acima de Todos”. Manaus tem muito eleitor-alienado, dominando por forte sentimento de culpa e sentimento de inferioridade que os dispõem a divinizarem seus próprios algozes que praticam atos como o que praticou, Bolsonaro.
Os que morreram não votam mais. E não podem saber quem, em verdade, era o candidato que votaram e elegeram presidente. Entretanto, os que escaparam de morrer, ao perceberem o comportamento de Bolsonaro, já sabem quem é ele e quem é seu deus. Com esse conhecimento, não devem esquecer que os candidatos apoiados por ele, por identificação-subjetiva, refletem a mesma consideração que ele tem com o povo: o desprezo. Os eleitores só servem como auxílio para conseguirem seus intentos-antidemocratas.
Então, é um momento-ímpar, para o eleitor-manauara realizar a sua desalienação-política e passar a ser agente de seu próprio-desejo DEMOCRÁTICO!