BOLSONARO, O ARMAMENTISTA, PEDE PACIFICAÇÃO, ANISTIAS AOS GOLPISTAS E “BORRACHA NO PASSADO”. PERGUNTA-SE: EXISTE PAÍS SEM MEMÓRIA?
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Um Ato não se resume em um movimento-mecânico-repetido. Um Ato é uma Criação do Novo. Caso contrário o Mundo não Existiria como Comunalidade da Experimentação que proporciona o Ato.
Assim, “os feios bolsonaristas neocafonas” (como descreveu a filósofa, Márcia Tiburi, com toda Razão), em suas indigências sensíveis e intelectíveis, comandadas pelo seu indigente-maior, Bolsonaro, não realizaram nenhum Ato na Avenida Paulista. Só repetiram-mecanicamente os velhos chavões que sustentam os obnubilados.
Como líder da facção dos indigentes sensoriais e intelectíveis, Bolsonaro ficou responsável pela mecânica da repetição que irrita até ouvinte de Roberto Carlos, o apoiador da ditadura e o rei da depressão.
Tartamudeou, ele, se dizendo perseguido e defendendo que não tramou o Golpe de Estado, apesar de todas provas-jurídicas contra ele, e que lhe vão conduzir suavemente para a prisão. Além de pedir anistia para os golpistas, mesmo sendo propagador das armas, e querer que a memória, que faz parte das faculdades cognitivas-humanas, seja destruída ao pedir que a Justiça passe “uma borracha no passado”. Ele, em sua (como diz Roberto Carlos) “estupidez” não sabe que “a luta do homem contra o poder é a luta da memória contra o esquecimento”, como afirma o escritor da liberdade, Milan Kundera.
‘Golpe usando a Constituição? Estado de sítio começa com o presidente da República convocando os conselhos da República e da Defesa. Isso foi feito? Não.
Eu busco a pacificação, passar uma borracha no passado. Buscar uma maneira de vivermos em paz. É por parte do Parlamento brasileiro uma anistia para os pobres coitados presos em Brasília.