MORO ENFRENTA NOVA COMPLICAÇÃO NO TRE APÓS PODEMOS INDICAR ASSOCIAÇÃO COM POLICIAL RÉU POR HOMICÍDIO

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Gledson Guaraci Pereira Apolinário, sargento que enfrenta acusações de ter forjado um confronto e plantado armas e drogas em 2016, teve suas despesas de viagens pagas pelo Podemos

Gledson Guaraci Pereira Apolinário, sargento que enfrenta acusações de ter forjado um confronto e plantado armas e drogas em 2016, teve suas despesas de viagens pagas pelo Podemos durante a pré-campanha de Moro. Apolinário atuava como segurança da equipe de Moro, o que, segundo o regulamento da Polícia Militar de São Paulo, constitui uma grave transgressão disciplinar para os que estão na ativa.

O contexto dessa revelação é a investigação eleitoral do TRE do Paraná, onde partidos foram solicitados a apresentar comprovantes financeiros relacionados à campanha presidencial de Moro. Em meio à documentação apresentada, despontam despesas suspeitas que, conforme alegações de partidos como PL e PT, ultrapassam o limite estabelecido pelo TSE de R$ 4,4 milhões para a pré-campanha. Os registros evidenciam, entre outras despesas, a compra de carros blindados e táxi aéreo, totalizando montantes significativos.

Além da alegada ligação ao policial, Moro enfrenta pressões em torno da volumosa quantidade de documentos que seu ex-partido, o Podemos, está apresentando ao TRE. Os advogados do senador tentaram que uma significativa parcela desses documentos fosse desconsiderada. No entanto, mesmo que a defesa de Moro alegue que a apresentação fracionada do Podemos não era apropriada, o fato é que as despesas questionadas pelos partidos de oposição estão todas lá. 

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