DEPUTADA CAROL DE TONI, PEDE A PALAVRA AFIRMANDO QUE PROFESSOR LHE OFENDEU. COMO, SE ELA NÃO ENTENDEU NADA DO QUE ELE FALOU ?
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Qualquer linguado sabe que só há diálogo quando duas pessoas dominam os mesmos signos comunicativos da estrutura linguística significante-significado, corpus da Semiologia. Caso contrário, o que existe é um cena babeliana: necas de entendimento.
Exemplo: o emissor emite sua mensagem, o receptor ouve nada mais do que ruídos. Assim, não pode decodificar a mensagem que não entende. Da mesma forma que o emissor não sabe que mensagem envia. Logo, não há comunicação. É a degeneração-semiótica. A mudez-surdez de toda aberração. Ou melhor: nazifascista.
O professor José Geraldo Junior foi até a Câmara dos Deputados na CPI do MST e tentou explicar para a deputada Carol De Toni o que é uma estrutura epistemológica, ou, para quem quiser, cognitiva que permite a comunicação-real, já que a espécie humana é um ser cognoscente. Um ser capaz de conhecer. O que possibilita atuação social de cada pessoa. Principalmente, em uma democracia. Todavia, somente quem faz uso de sua condição cognoscível. Muitos não fazem, principalmente quem sofre do vírus-burguês.
Porém, a deputada não entendeu bulufas. Mas, mesmo assim, encenou uma compreensão-fictícia para simular que havia entendido, e aplicou a inocuidade-epistemológica pedindo a palavra: “Ele me ofendeu!”.
Como, o professor lhe ofendeu se ela não entendeu nada do que ele falou?
E, como se conhece os habitantes da Casa que quase não Parla, é possível que a maioria também não tenha entendido bulufas das enunciações-semióticas-epistemológicas proferidas pelo professor.
ENUNCIAÇÕES: Professor, deputada, semiótica, ignorância, mudez, incomunicabilidade…