ALAN DIEGO, SUSPEITO DE TERRORISMO EM BRASÍLIA, É LIGADO A SOJICULTORES, APONTA JORNALISTA

0
alan

“Ele não é o eletricista aleatório que estão falando aí. É um empresário, não um Zé Ninguém”, diz o repórter Alceu Castilho

Alan Diego dos Santos Rodrigues, procurado pela polícia do Distrito Federal por suspeita de ter participado de ato terrorista contra a posse de Lula, tem ligações com empresários do ramo de soja. É o que afirma ao GGN o jornalista Alceu Castilho, em entrevista concedida a jornalista Luis Nassif na noite de segunda (26).

Alan Diego foi quem recebeu de George Washington Oliveira de Sousa uma bomba encontrada pela polícia no dia 23 de dezembro, nos arredores do aeroporto internacional de Brasília. George fabricou o artefato explosivo e entregou para Alan, que instalou a bomba em um caminhão com combustível de aviação.

Em depoimento à Polícia Civil, George disse que conheceu Alan no acampamento de bolsonaristas em frente ao QG do Exército no DF.

Segundo Castilho, que é diretor no site De Olho Nos Ruralistas, Alan é de Comodoro, um dos redutos do agronegócio no Mato Grosso. “É sócio de empresa de logística, uma transportadora. Olha a coincidência” em relação a George, cuja família também em empresas no ramo – conforme apurou Castilho.

“Fui atrás e a empresa [de Alan] está em nome de um contador. Essa transportadora atua no Mato Grosso e em Barreiras, região de agropecuária e grilagem em expansão na Bahia. Então tem algo fundamental aí: ele não é o eletricista aleatório que estão falando aí. É um empresário, não um Zé Ninguém.”

Ainda de acordo com Castilho, Alan informa nas redes sociais que trabalha para o Grupo Bom Futuro. “O Grupo Bom Futuro é um dos maiores produtores de soja do mundo, da família Maggi Scheffer”, frisou.

Assista a entrevista abaixo:

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.