FILÓSOFO MIGUEL OLIVEIRA*: ROTEIRO DE UMA FAKEADA PARA SURRUPIAR UMA ELEIÇÃO COM VOTOS DE OBNUBILADOS
O inominável é um homem doente. Doente em todos os sentidos. No físico e no psíquico, point da produção de maldades.
Candidato que esboce qualquer doença enfrenta dificuldade eleitoral porque o eleitor pensa que a doença poderá agravar e o candidato não assumir ou repassar para seu vice.
Com o genocida foi tudo isso, mais a Fakeada.
Sem projeto de governo, despreparado epistemologicamente, sem espírito político, o devir criador da Ética Coletiva, tinha que encontrar um meio para fugir dos debates com Fernando Haddad nas tevês.
A saída foi a simulação de um atentado. Como diz o filósofo francês Jean Baudrillard: simular é fingir ser o que não. Logo, há forte suspeição sobre a consumação do atentado.
Um atentado, que, todos, os democratas, sempre desconfiaram, sempre quiseram saber a verdade.
E muito se falou. A expressão Fakeada foi assunto diário no nosso meio, nos sites sujos. E, também, fora dos mesmos.
Documentários foram produzidos, fotos, gravações, mas este, do jornalista Joaquim de Carvalho, do 247, com financiamento de muitas pessoas desvenda, mostra que o Brasil foi esfaqueado no coração mesmo, e reacende uma necessidade de novas investigações, independentes, porque, quem deveria proteger o candidato, protegeu Adélio Bispo para depois serem premiados com cargos nos postos de segurança nacional.
*Miguel Oliveira é filósofo, analista-político, membro da Associação Filosofia Itinerante (AFIN), educador-militante e ator.