OS MINISTROS GILMAR MENDES E LEWANDOWSKI CONDENARAM MORO A PAGAR OS CUSTOS DOS PROCESSOS DE LULA. PERGUNTA-SE: E QUEM VAI PAGAR OS CUSTOS DA ELEIÇÃO DE BOLSONARO?
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Mais de 56 milhões de eleitores mistificados-anticristãos, ambiciosos-avarentos e invejosos-imorais votaram em Bolsonaro que foi eleito com ajuda direta do ex-ministro Sérgio Moro que condenou Lula sem uma prova sequer, mas com a convicção de que a ordem do sistema capitalista comandada pelos EUA não pode ser contrariada.
Lula era, segundo as pesquisas da época, o candidato que ganharia a eleição presidencial de 2018. Porém, Moro, empurrado por um forte impulso de vingança de classe, apressou o julgamento corrompido para tirar Lula, em tempo, da eleição. O mesmo fizeram os juízes do TRF – 4 de Porto Alegre que também usaram os seus talentos de velocistas antiLula para condená-lo.
Com as revelações da Vaza Jato, o espetáculo aberrante comandado por Moro, Dallagnol e Companhia, a chamada república de Curitiba, que para as satisfações pessoais, corromperam a instituição jurídica, a trama antipatriota mudou de rumo: o povo brasileiro passou a saber do que realmente se tratava a tal Operação Lava Jato.
As mensagens reveladas pela Vaza Jato, através do site Intercept, colocaram em público as personalidades de todos os personagens implicados na corrupção-jurídica, onde se percebe um grupo jurídico-deficiente, mas com grande exacerbação-egoica a ponto de obnubilar o princípio de realidade. As mensagens reveladas pela Vaza Jato confirmaram que tratava-se de deslumbrados deslocados do real que para conseguirem concretizar suas fantasmagorias-persecutórias não levavam em consideração qualquer laivo de ética-social.
Ontem, depois de quase dois anos passados, o ministro Gilmar Mendes, que havia pedido vistas, decidiu colocar os HCs de Lula para julgar a suspeição de Moro. No primeiro julgamento o placar ficou empatado em 2X2 com votos dos ministros Fachin e Cármen Lúcia favoráveis a Moro e os votos de Gilmar Mendes, relator, e Lewandowski favoráveis a suspeição. Condenação. Acredita-se que Cármen Lúcia deve mudar seu voto pela justiça-democrática, depois que o ministro Kássio Nunes decidir seu pedido de vistas.
Mas os dois ministro favoráveis pela suspeição de Moro, com suas convincentes e juridicamente pedagógicas explanações que mostraram mais concretamente a fraude comandada por Moro, Dallagnol e Companhia, além de pedirem a condenação de Moro, também o condenaram a pagar, na forma da lei, os custo dos processos gasto por Lula.
Agora, como se sabe que Moro não só condenou Lula para o impedir de concorrer na eleição presidencial de 2018, que ia ganhar facilmente, mas também para usufruir benefícios pessoais com a eleição de Bolsonaro, que o presenteou com dois ministérios, salta a pergunta ‘incalável’ (como poderia falar o ex-ministro do Trabalho de Collor):
E quem vai pagar a eleição de Bolsonaro que está custando caríssima ao povo brasileiro com falta de política para combater a pandemia, a falta de vacinas, os recordes de mortos cotidianamente, a derrocada econômica, a falta de competência política, etc.?
Diante da pergunta ‘incalável’, o filósofo Zé da Zilda tem uma resposta: Como o Fachin anulou todos os processos julgados por Moro contra Lula, Bolsonaro não foi eleito, visto que sua eleição foi produto da fraude-jurídica de Moro: a prisão de Lula. Assim, sem competência da fraude-jurídica, Lula é quem é o presidente do Brasil, posto que a anulação dos processos de Moro anula, também, a eleição de Bolsonaro. Ou, no mínimo, estamos sem presidente. Como estamos.