O PAPA É A REPRESENTAÇÃO DE DEUS NA TERRA, OS QUE DETRATARAM SEU ENCONTRO COM LULA, BARBAS DE MOLHO: O CÉU NÃO É PARA FALSOS ATEUS

PRODUÇÃO AFINSOPHIA. ORG

O Papa Francisco, no momento, é a maior representação de Deus na Terra. A autoridade máxima nas questões da dogmática-teológica-cristã. Nenhum dito cristão pode duvidar dessa autoridade que transcende os negócios dos homens, como diz o teatrólogo Brecht. Duvidar de suas decisões é se colocar contra o Pai que ele representa tão bem junto aos povos perseguidos, humilhados e oprimidos que o tornou personagem dos ódios dos atrofiados propagadores e defensores do sistema pedrador: o capitalismo.

O Papa Francisco desmonta o conceito de pai-castrador que propugna Freud com seu Complexo de Édipo. Embora se saiba que todo pai, além do segmento biológico, é uma simbólica social. Porém, o Papa Francisco em sua condição social não propaga a castração e a perseguição que produz o sentimento de culpa nos falsos cristãos que se querem, os verdadeiros representantes de Deus, apesar de todos seus vícios e ignorâncias. Idiossincrasias  que não fazem parte do Reino de Deus.

O filósofo do cavaleiro da fé, Kierkegaard, diz que amar a Deus sem fé é refletir-se sobre si mesmo, mas amar a Deus com fé é refletir-se no próprio Deus. Os desatinados-egoicos são os que imaginam que podem censurar o papa por ter recebido Lula, um homem que como o papa e Cristo, cheira a povo. E cheira o povo que tem um odor naturalmente-teológico.

Estes são os que por força da irracionalidade-mistificada não são movidos pela fé e não sabem que quando falam o nome Deus só refletem a si mesmos. São os que na infância sofreram fortes repressões sexuais e na vida dita adulta elas surgem como indignação moral. Ainda mais quando se tomam como autoridades concedidas pela sociedade estriada pragmaticamente calculista. Um condição que impede que possam ter a vivência da fé. Não sabem nada das sínteses-existenciais do eterno e o temporal, do finito e do infinito, da liberdade e da necessidade. Sínteses das relações-dialéticas que levam os cavaleiro da fé a realizar livremente suas possibilidades. Tudo que o papa Francisco sabe.

Estes tipos são dominados e guiados pela força de suas imaginações-mistificadas e mitificadas que lhes impedem de saber se existe a faculdade racional. Para eles, a racionalidade é tudo que responde aos seus medos, inseguranças e satisfações solipsistas. Tudo que se coaduna com suas imaginações mistificadas-mitificadas. Fé para eles é meu pirão primeiro. Seja qual for o tipo de pirão. Pirão-gastronômico, pirão-glamour, pirão-econômico, pirão-respeitabilidade, qualquer pirão que mascare seus sentimentos de insignificância.

São personagens que não podem nem proferir a palavra fé, já que a fé nasce da vivência direta do homem no mundo-natural que reflete Deus. O absoluto. O absoluto que eles em suas impossibilidades de vivenciarem o finito têm verdadeiro pavor. E como são entes sem qualquer possibilidade de vivência da objetividade, o mundo-natural surge para eles como evanescências: ausência de corpus-significante-significado. Mudez de Deus. Mudez-semiótica-teológica que eles recorrem ao tagarela-ateu como forma de dissimular a não-vivência do mundo-natural onde a Voz de Deus reverbera para todos que têm fé. Que envia para máxima: A Voz do Povo é a Voz de Deus! 

Como todo cristão sabe, a condição precípua para entrar no céu é dominar a semiótica de Deus, substância teo-linguística criadora-absoluta da fé, sem esse domínio-semiótico, como diria Dante, pode deixar todas as esperanças de fora: falsos ateus não entram no Reino dos Céus. Para eles o “céu é o limite” que os limitas em suas burguesas-pretensões. E o pior é que o céu não tem dentro nem fora. Não é estriado como são estriadas suas designações-ambiciosas. O céu é um espaço liso onde só se movimenta quem tem o dom da fé da Existência. Nada que eles tenham.

Assim, divinamente falando, o papa é o pai-terreno com a missão-vocacionada por Deus. Quem o papa acolhe é seu filho ou sua filha. Filho ou filha querida. Desta forma divina, todos que reprovam o acolhimento do papa as filhas e filhos, como foi acolhido Lula, se auto determinam como filhos e filhas rejeitados. Daí a inveja. Que os leva a lançar o impropério de que o papa é comunista. Como coisa que comunista não fosse mais filhos de Deus que eles. Desesperados invejosos e odientos.

Viva o Cavaleiro da Fé!

Amém! Aleluia!   

 

  

 

 

 

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