CAPITÃO ADRIANO DA NÓBREGA NÃO VIU A MORTE, MAS O ARQUIVO FOI QUEIMADO

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

A morte não existe. Ninguém vê a morte chegar  nem ela ir embora. Há casos que ela chega quando a pessoa está a dormir e quando acorda, ufa!!! Bateu a biela. Sobre a morte o que os humanos tratam são os rituais sócio-culturais em relação a esse evento que o filósofo e cientista alemão, Augusto Weismann tratou na teoria do Plasma Germinal. A energia passa por todos os seres vivos, plantas, células, animais, num processual que vai da origem e ratificou a teoria da evolução das espécies (Charles Darwin) até o bater da biela. A Associação Filosofia Itinerante está com uma peça de teatro solo que brevemente fará apresentações pela cidade e vai tratar da morte e da imortalidade.

Falar da morte para os filósofos Deleuze/Spinosa é sujo e mais sujo ainda quando é sobre a eliminação de quem tramou  a morte da vereadora Marielle Franco  e do motorista Anderson Gomes na cidade do Rio de Janeiro e fazia parte do Escritório do Crime e comandava uma milícia no Rio das Pedras e a Rachadinha do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, hoje senador da República que está sendo investigado. Tinha a famíglia  envolvida com o crime. A mãe e a esposa. Mataram o Capitão Adriano e poderão matar as duas porque elas, até então fantasmas, trabalhavam no gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro. O capitão era tão importante que foi homenageado por Flávio Bolsonaro  na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro estando preso por homicídio.

Como falamos que os humanos tratam da morte como ritual-sócio cultural, pois há sociedades que cultuam a morte de uma pessoa durante dias, fazem festas, bebem, dançam, tomam bebidas diversas, esse ritual, está sendo vivido pela famiglia Bolsonaro hoje. Eles estão alegres, contentes porque estão se livrando de um arquivo, assim como escaparam das inúmeras prisões de deputados na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro onde não ficou livre nem o presidente daquele poder. Mas Flávio, o impoluto, nada sofreu. Por quê?

Porque a Famiglia Bolsonaro se mantém em cargos políticos há mais de trinta anos e é suspeita de envolvimento com as milícias e o crime organizado no Rio de Janeiro. Como que um deputado do baixo clero, que nunca fez nada, inexpressivo é o campeão em ganhar eleições no Rio de Janeiro? Depois, é eleito presidente da República. Quem vota nele? As pessoas de Rio das Pedras e onde a milícia controla a vida das pessoas. Claro, que, atitudes fascistas, nazistas, aberrações estão na Zona Sul do Rio e também  nas demais  cidades  e regiões de todo o Brasil. (Isso não quer dizer que nesses locais todos votam  nas aberrações, pois, nesses lugares há pessoas livres, democráticas, oblativas, mas que apenas teêm que conviver com as aberrações).

Na verdade, essa morte está sendo comemorada pela famiglia e por todo o escritório do crime. E a eliminação de Adriano é uma prova dos crimes da Famiglia e, por isso…

Não devem comemorar muito. As provas existem, os demais participantes do conluio criminoso estão vivos e o Ministério Público do Rio de Janeiro está investigando as trapaças dessa famiglia que veio para acabar com a corrupção que havia no imaginário deles. 

Mesmo sendo a morte de uma aberração, finalizamos com as palavras de John Donne/Heminguay: “Somos parte de um continente, se um simples pedaço de terra é levado pelo mar, A Europa inteira fica menor. A morte de cada ser humano me diminui, porque sou parte da humanidade. Portanto, não me perguntem por quem os sinos dobram: eles dobram por ti.”

 

 

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