A LANCINANTE DOR DOS NAZIFASCISTAS APÓS O ESPLENDOROSO CHABU

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Um dos principais sintomas apresentados pelo caráter nazifascista é a baixa tolerância para suportar frustração. Proprietário de uma infância rejeitada pelos pais que lhe deixou marcas indeléveis de insegurança e doloroso sentimento de insignificância, o nazifascista tem pavor de repetir a situação castradora que sofreu ainda criança provocada pela repressão-cruel. Daí, se situar na vida continuamente imobilizado pela a angústia da dor experimentada em tenra idade.

Imobilizado pelo sentimento de insignificância, o nazifascista não desenvolveu em si o sentimento de auto-estima capaz de lhe proporcionar segurança em sociedade, visto que as suas faculdades sensorial, intelectiva e ética encontram-se obstruídas pela força da repressão sofrida. Assim, impossibilitado de responder às chamadas dessas faculdades, ele se aloja na força-irracional como forma de defesa e ataque. É por essa força que ele só se identifica com o que representa para si o domínio, a humilhação e o aprisionamento do outro que ele toma como inimigo, por esse existir movido pelas faculdades sensorial, intelectiva e ética.

Ontem, dia 26, parte do Brasil viu perambulando pelas ruas de suas cidades esse tipo promovendo os conhecidos espetáculos de irracionalidade-embrutecida. Os vetustos clichês-pornofônico, depredação de prédios e exibicionismo de símbolos-fálicos como a imagem de super-homem-Bolsonaro. 

Porém, nada desses espetáculos lhe acalmava, porque ligado com outros semelhantes, em outros lugares, recebia a notícia-real: é chabu! Não temos mais força de proteção de nosso ídolo-fálico, e nem podemos mudar o princípio de realidade da democracia brasileira que se movimenta fora de nossa força. 

O tempo rolando e o desespero se apresentando em sua concretitude frustração-chabu. Por fim, a certeza de que o doloroso sintoma da repressão-infantil iria se fazer realidade diante de si. E mais uma vez, teria que sofrer a angustia da repetição-compulsiva da infância-mal-amada que agora se fazia lancinantemente presente.  Baixa tolerância para sofrer frustração. O que ele-ela, como nazifascistas, não podem evitar enquanto a sensibilidade, o intelecto e a ética forem as faculdades produtoras de democracia. A repressão sofrida, impede que tenha consciência do que lhe ocorreu na infância, e que lhe deixou à mercê da submissão predadora que reflete seu super-ego-tirânico.

Não ha como sublimar essa repressão primária, em forma de ódio-inveja, em um povo cujo devir-político é a democracia. 

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