PEDRO DOS ANJOS: UMA PARAFASCISTA, QUE EXTRAPOLOU ATÉ AQUELES QUE TAMBÉM RECEBERAM ENSINAMENTOS JUDAICOS
O Trabalho (dos Oprimidos) Liberta (os Opressores)
por Pedro dos Anjos, especial para o Viomundo
“O trabalho, a união e a verdade nos libertará”( Slogan lançado pela Secom dirigida pelo Sr. Fabio Wajngarten)
Em resposta à denúncia de que se inspirou na máxima nazi segundo a qual “O Trabalho Liberta” (“Arbeit Macht Frei”, emoldurada no Campo de Auschwitz), o Sr. Wajngarten tuítou:
“Abomino esse tipo de ilação canalha, sobretudo nos tempos difíceis pelos quais estamos passando. Esquecem dos ensinamentos judaicos recebidos por mim e por boa parte da minha equipe (…)”.
“É impressionante: toda medida do governo é deformada para se encaixar em narrativas”.
Um crápula não tem limites para justificar e principalmente praticar as muitas empulhações que executa.
Neste ser viscoso que chefia a Secom, a suspeita corrupção é uma delas, mas com intensidade igual ou maior desanca-nos a sua sordidez.
À indignação que arrota, poderiam ser feitas perguntas do tipo:
*A educação judaica inibiu Max Naumann, presidente da Associação Nacional de Judeus Alemães, de aderir a Hitler?
*Foi pela tradição judaica que os polícias (kapos) judeus no Gueto de Varsóvia e nos campos de concentração viraram força auxiliar da truculência nazi?
*Seria ilação alguém lembrar-lhe que foi como fato – e não narrativa – que ocorreu a performance goebbeliana do Alvim?
*Foi malícia de algum cafajeste ter visto factualmente a Regina Duarte pregar “leveza” para sublimar torturados(as) e desaparecidos(as) da ditadura civil-militar de 64?
*É forçação de barra concluir que seu mitômano líder supremo prega a mesma “leveza” para aceitarmos com naturalidade os mortos da pandemia da Covid-19?
O Sr. Wajngarten reagiu com razão: “Acusar injustamente de nazifascismo tira o peso do termo. Se todos são nazifascistas, ninguém é”.
Ele, por ser judeu, não é, nem poderia entrar para o clube privé do nazismo porque os neonazis não deixariam.
O que ele é então? Um parafascista, que extrapolou até aqueles que receberam igualmente “ensinamentos judaicos”, ao entrar de carne e osso no topo do exercício de poder bozonanista.