FLÁVIO RACHADÃO FUGIU E DEIXOU O BRASIL MENOS FEDORENTO, MAS AINDA TEM MUITO FEDOR NO AR
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É certo que o fedor químico-físico incomoda muito, mas o fedor que mais incomoda é o irracional-imoral.
Cheirosinha
O TRÂNSFUGA-FORAGIDO, RACHADÃO
A personalidade do tipo “como se” que mostra a psicanalista, Helene Deutsch, é uma forma de comportamento em que o sujeito simula encontra-se integrado em uma situação, mas não se encontra.
E quase sempre ele não sabe. Daí, que tudo que ele faz é verdadeiro para ele. Trata-se de psicose-fronteiriça.
É o caso de Flávio Rachadão. Só não viu, não via, quem não queria. As mentiras dele davam a maior bandeira de sua enfermidade.
Em razão desse sintoma psiquiátrico, a fuga dele já era pedra cantada. Como se diz: estava na cara ou na lata.
A derrota dele para a Multitudo-Democrática, excitou seus componentes psicóticos-paranoicos como delírio diante do Real intransponível.
Aí, deu o que deu: ele fugiu diante das nossas barbas.
Seguiu para o lugar que gostaria de ter nascido: EUA. No colo do Édipo-Castrador que cultua: Trump.
Entretanto, o importante é que a atmosfera do ar-brasileiro ficou mais limpa com menos fedor, mesmo com os fedorentos que ainda permanecem entulhando aqui.
Como diz a psicóloga, Dorinha Psiquê: “Lula não é psiquiatra mas já tinha diagnosticado o fedorento. Ele disse: “Esse cara não é humano. Ele é um mentiroso!”.