RACHADÃO E SEUS IGUAIS SÃO DIAGNOSTICADOS POR FREUD: “É INEVITÁVEL ADOECER, QUANDO, DEVIDO À FRUSTRAÇÃO NÃO SE PODE AMAR”
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Este que tu odeias hoje, tu escolhestes para pagar teu medo passado imposto por teu pai.
Castronisto
FREUD
O FASCISMO É A ENFERMIDADE FALTA DE AMOR
Todos nós passamos, quando criança, por frustração. E na vida adulta também.
Porém, as frustrações provocadas, quando criança, para viver em sociedade, é um bem, mas quando provocado como castigo, gera a dor.
Foram essas frustrações vividas pelos fascistas que lhes tornaram brutos, estúpidos, odientos, mentirosos e vingativos.
Em função dessas frustrações os fascistas não podem amar, como diagnostica, Freud.
Eles até namoram, transam, casam, engravidam (sem orgasmo), têm filhos, mas não amam ninguém, porque submetidos às fortes frustrações eles não podem ter a quietude e a dedicação necessária ao Amar.
Seus estados constantes são a preocupação com o ódio-paranoico contra os outros.
Como esse ódio-paranoico os impede de Amar, eles realizam o deslocamento projeção para outros objetos e ideias-nocivas.
Nesse estado de constante de perseguição “é inevitável adoecer“. Mas, o pior, principalmente, para a Democracia, é que a falta de Amor alimenta a doença.
Então, eles recorrem a ilusão da sublimação: passam a irmanassem com outros iguais à eles.
Irmandade com um símbolo-fálico de poder: um candidato.
Assim, onde predomina a frustração eles proliferam. Como vem acontecendo há anos no Brasil.
Esta eleição presidencial é o confronto entre os enfermos-desamados contra os saudáveis-amados-amantes!
Como o Amor é Afeto-Alegria, a Democracia vai se Fazer Amante dos Eleitores-Amados-Amantes!
Como lembra Chica Amorosa: “Eles nunca vão compor com o filósofo Toni Negri quando ele diz: “O Amor não pode ser algo que se fecha no casal ou na família. Deve construir comunidades mais vastas. Deve tornar-se construtor do outro. O Amor é a Chave Essencial para transformar o Próprio no Comum”. Como vão construir a Próprio no Comum, Bolsa Família, SUS, Minha Casa, Minha Vida, Fieis, Mei, Desenrola, Pé de Meia…!”.