MENTIRAS PROJETADAS PELOS NAZIFASCISTAS NA DEMOCRACIA, SÃO VERDADES DE SEUS ESTADOS PSICOPATOLÓGICOS-SOCIAL-MORAL INCLUSIVE O DEUS DELES
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Pintura de Salvador Dali
Não precisa ser Psiquiatra, Psicanalista, Psicólogo ou Esquizoanalista. Muito menos Filósofo. Tudo encontra-se visível e bem expressado.
O nazifascista é uma saturação do Real.
Os Democratas sabem:
1 – A Alucinação é uma falsa Percepção que é tomada como Objetividade-Real. Os Sentidos, que são usados para Experiência-Humana, passam a valer para a Fantasia-Subjetiva dos Alucinados. A Objetividade é substituída pela Subjetividade dos Alucinados. A Visão, Audição, Paladar, Tato e Olfato não funcionam como direcionadores da Realidade-Externa.
2 – O Delírio é a Alucinação em forma de Discurso-Semiótico. O Delirante fala sobre suas fantasias visual, auditiva, palatal, olfativa e táctil. Trata-se de Fusão-Confusão das Imagens-Visuais-Sonoras.
Breve exemplo de Alucinação e Delírio: A bolsonarista afirma ter visto Jesus na goiabeira. Alucina: Percebe, Jesus na goiabeira. Delira: Discursa sobre a visão de Jesus na goiabeira. “Eu vi Jesus na goiabeira!”.
SOBRE A SÍNTESE DA ALUCINAÇÃO E DO DELÍRIO COMO MENTIRAS-VERDADES NOS NAZIFASCISTAS
Como são possuídos pelos estados psicopatológicos-social-moral, tudo que eles expressam saem deles com facilidade. Já que estes estados não pedem sensibilidade, intelectualidade e moralidade Reais, posto serem fantasias elaboradas como produto da infância-bloqueada. Obstrução do Desejo.
Daí, serem um manancial inesgotável de mentiras-verdades produzidas neles e projetadas contra a Democracia.
Breve exemplo:
1 – Flávio Bolçonaro, um dos replicantes do pai, afirmou que a Escola de Samba Acadêmicos de Niterói, que levou para Sapucaí, a Vida de Lula como Tema-Enredo, afirmou que ela usou dinheiro público desviado. Ou seja: corrupção. Quando se sabe que a verba das escolas é oriunda dos governos municipal, estadual e federal.
– Alucinação: não viu de onde saiu a verba.
– Delírio: a afirmação de ser dinheiro público tirado da população.
2 – Ele afirmou que Lula, como Tema-Enredo, ofendeu a forma mais sagrada criada por deus: a família. A própria biografia dele mostra o quanto sabe o que é a forma mais sagrada criada por deus.
– Alucinação: Nunca viu deus, e, logicamente, se não viu, não percebeu deus qualificando e classificando a família como a forma mais sagrada criada por ele.
– Delírio: O discurso usado por ele para enganar os eleitores que ele é amigo do peito de deus. E sempre fala com ele como seu pai Jair. E que deus vai lhe ajudar para ser eleito, porque vai votar nele.
Fácil, não!
Não precisa cursar medicina para ser Psiquiatra. Não precisa fazer análise-didática para ser Psicanalista. Não precisa cursar psicologia para ser Psicólogo. Tá tudo na cara, pois na cara estão os sentidos, assim como no Cérebro e Mundo encontra-se a Razão.
Quanto a Esquizoanálise, não existe nenhum curso. É apenas uma questão de Fazer, De criar suas Linhas. Linha de Corte, Linha Esquiza, Linha de Fuga. Nada de fuga-fugir, mas atuar sobre a força reativa que criam a Alucinação e o Delírio que são produtos do buraco-negro: o capitalismo-capitalístico. O obstruidor do Desejo.
Se você entra em relação com os filósofos Deleuze e Guattari e atua como Vontade de Potência, você processa esquizoanálise, pois vem com eles, os estoicos, Jesus, os empiristas, Spinoza, Nietzsche, Marx, Engels, Bergson, Kafka, Artaud, Beckett, Laurence, e outros e outras outsiders, malditos.
É preciso entender que a Alucinação e o Delírio não é só prática dos que se encontram cotidianamente no mercado da loucura alcunhada de política-partidária. As mídias, o mercado-econômico e outros seguimentos sociais, também navegam nessa realidade-fantasiosa contra a Democracia. Por exemplo: Os eleitores que votam nesses tipos!
Como afirma a Pititita Electra: “Eu acredito que para conhecer a Alucinação e o Delírio dos nazifascistas não é preciso recorrer à esquizoanálise. Basta um pouco do capivarol da psiquiatria. Ou um pouquito de Freud. Mas é preciso que as esquerdas também estudem, né Mané!? É!”.