BANNON, PARCEIRO DE TRUMP, AMEAÇOU: “DERRUBEM PROCESSO CONTRA BOLSONARO, DERRUBAMOS AS TARIFAS”. CHICO POVÃO, GARGALHOU E RESPONDEU-PERGUNTANDO: “E NA BUNADA, NÃO VAI DINHA!?”

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

O conhecimento não é produto apenas da escola. O conhecimento se Movimenta nas ruas, nos estabelecimentos variados, nas relações-sociais entre as pessoas, animais, objetos-culturais, na Natureza. 

 

Quando as crianças brincam ou falam e suas brincadeiras e falas não agradam aos seus pais, parentes ou alguns adultos, eles prontamente recorrem a moral-condenadora, afirmando: “Vocês só aprendem o que não presta!“.

 

Muitos conteúdos aprendidos e que são condenados por esses moralistas ( o filósofo, Nietzsche, chama-os de moralinos), dependendo do momento e da necessidade, são verdadeiras sabedorias.

 

E um lugar, que é verdadeiro território do saber, para as crianças, foi e é, as tavernas ou tabernas dependendo do estilo-literário.

 

Uma criança pode se encontra na maior alegria brincando com as colegas e os colegas, quando sua mãe lhe chama e a manda ir na taverna comprar alguma coisa. Ela fica triste, mas logo fica contente, porque sabe que vai aprender alguma coisa nova ou ouvir outra vez um história que um frequentador já contou milhões de vezes.

 

Ainda mais, quando quem conta é alguém que se encontra metendo umas boas doses de cana. Alguém que tem a inteligência e a imaginação férteis e livres democraticamente.

 

Uma criança pode ter aprendido uma frase, uma estória, ao presenciar a seguinte situação. Dois frequentadores da taverna estavam, alegremente, conversando e um deles queria porque queria levar vantagem sobre o outro impondo o que falava. Então, o outro, sacando o lance, se defendeu admoestando o espertino com a frase: “E na bunada, não vai dinha!?”. 

 

  A criança gargalhou e foi para casa repetindo a frase-trocadilho pelo caminho, sem saber o que significava, mas que ela gostou, inclusive, pela inflexão e interpretação do falante.

 

Talvez, nem o psicanalista, Lacan, com sua semiótica do significante com as metonímias, metáforas, sinédoques, teria entendido o, “E na bunada, não vai dinha!” como uma expressão de defesa, nem recorrendo ao imaginário falo.

 

Hoje, com a violência praticada por Trump, contra o Brasil, o Chico Povão, ao contrário de Lacan, sabendo o significado do “E na bunada, não vai dinha!“, recorreu ao mesmo para responder ao fascista Steve Bannon, parceiro de Trump, quando ele ameaçou a Justiça Brasileira, afirmando: “Derrubem o processo contra Bolsonaro, derrubamos as tarifas”.

 

Então, contando seus botões, Tia Maroca, respondeu para sua neta:”Desculpe minha ignorância minha netinha, ma eu não sei lhe dizer o que significa “E na bunada, não vai dinha!”.  Agora, se foi o Chico Povão quem falou e é para o bem do Brasil, sem dúvida, deve ser coisa boa. Então, eu também repito na cara desse Bannon: “E na bunada, não vai dinha!?””. 

 

 

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