COLLOR, DE FAMÍLIA RICA, PLAYBOY, NUNCA TRABALHOU, QUALIDADES QUE LEVARAM A GLOBO E EMPRESÁRIOS A PATROCINÁ-LO. AGORA, PRESO TEM OFERTA DE EMPREGO, SE ACEITAR É A PRIMEIRA VEZ VAI TRABALHAR.
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A sabedoria povão afirma que nunca é tarde para mudar. Mas, a sabedoria povão algumas vezes erra: tem sujeito-sujeitado que nunca muda. Os nazifascistas, por exemplo: são invariáveis. Serão sempre os mesmos.
Collor é filho de latifundiário, seu pai era deputado e foi autor da morte de outro deputado. Neste balancê, Collor não passava de um playboy de Maceió, com muitas participações no sul maravilha. Transando esse contínuo auê, não podia perder tempo com trabalho.
Um dia impulsionado pelo sentido ‘democrático’ do papi, se candidatou a governador de Alagoas e foi eleito. Com uma forte trapaceira jogada de marketing, foi transformado em ‘caçador de marajá’. O Maior expoente do combate à corrupção. E a Globo só…
No debate contra Lula, manipulado pela Globo, ele se exibiu exacerbadamente, apoiado por seus psicopatológico, narcisismos para todo o Brasil como ‘caçador de marajá’. Mas, Lula não deixou barato, chamou-o de caçador de maracujá. Lula, errou: Collor com sua fragrância artificial, jamais iria ao mato caçar maracujá.
No maior trambique eleitoreiro, comandado pela Globo e empresários e todas as mídias capitalistas, ele foi conduzido ao Palácio do Planalto. Mas, não trabalhou. Quer dizer: se dedicou a fazer o que aprendeu em família: trapacear auxiliado por sua alma gêmea: Paulo César Farias. O fiel, PC Farias. Que depois foi assassinado na cama. É mole?
Com o impeachment, com a participação despudorada da Globo com seus ‘caras pintadas’. Uma jogada para mostrar que era uma emissora democrática e íntegra, quando o Brasil sabe quem é ela, apoiadora engajada da ditadura. Collor pediu penico: foi cassado. De caçador de ‘marajá´passou a ser cassado com ‘marajá’. Nem maracujá conseguiu ser.
Agora, Collor encontra-se na mídia, só como preso. E no presídio, o proprietário da Empresa Pré-Moldados Empresarial Alagoas lhe ofereceu um emprego, para ganhar um salário mínimo e ajudar na diminuição de sua pena.
Se ele aceitar, será pela primeira vez em sua extraordinariamente-inútil existência que irá trabalhar. Jogado para linguagem sexual tanto do homem-macho como da mulher-fêmea, vai perder a virgindade. Tem gente que não acredita. Ele vai continuar no auê do balancê.
Como afirma, Dona Social Isma: “Será uma trabalho sem qualquer sentido para Marx. Já que Collor não tem a Potência de Produção que tem um Trabalhador engajado como Transformador do Mundo. Será apenas um faz de conta para ele afirmar: “Ainda bem que antes de morrer eu trabalhei. Assim, tenho meu lugar garantido no céu”.