QUAL É A DEMOCRACIA DESTE SENADO? ALCOLUMBRE, PRESIDENTE. DAMARES, DIREITOS HUMANOS E FLÁVIO BOLSONARO, SEGURANÇA PÚBLICA
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Há décadas e mais décadas que a eleição no Senado é uma exibição debochada do déjà-vu.
Até, logo depois da ditadura, ainda se via um arremedo de eleição senatorial próxima à uma democracia, mas, depois, degringolou: ocorreu a invasão das aberrações parlamentares. Com, exceção, para alguns membros dos partidos ditos de esquerda.
Hoje, dia 1 de fevereiro, o déjà vu se fez presente, lá para às bandas de Brasília. Teve eleição para Câmara e Senado. Quer dizer: Não teve eleição. Teve mais um déjà vu em nome de uma democracia que a DEMOCRACIA, corpus Sensorial, Racional e Ética, produzida pela Práxis e Poieses, não conhece.
Lula, como presidente, como faz parte da simulação, elogiou os eleitos que tiveram ajuda de seu partido que um dia foi dos Trabalhadores.
Diante da tautologia-sintoma-a-político, para o caso deprimente, somente três indicações, ao Oscar da chamada política-brasileira, servem para expressar, concretamente, que tipo de democracia se cultua na cidade dos Parlamentos e Ministérios que se espalham pelo território nacional:
1 – Presidente: Davi Alcolumbre.
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2 – Comissão de Direitos Humanos: Damares Alves.
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3 – Comissão de Segurança Pública: Flávio Bolsonaro.
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Com este quadro, não há como negar: Um país com uma democracia desta, transcendeu a dimensionalidade-política pensada pelos filósofos Spinoza e Karl Marx. É mole, Votinho!?