O BRASIL NUNCA SE ALIOU COM OUTROS PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL PELA LIBERDADE, MAS 2 TIMES DO BRASIL DISPUTARAM AS LIBERTADORES
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Para o companheiro, honesto, lúcido e engajado, um dos poucos que sabe o que é esporte: José Trajano.
O conceito Liberdade que é movimentado pelo Devir-Político, é o mais violentado,banalizado, prostituído, corrompido, como caricatura Democrática. É sempre a ralé-intelectual e desonestamente ambiciosa que mais coloca em prática essa caricatura. É sempre ela, por ser escrava, quem mais banaliza o Conceito da Grandeza Política, exatamente porque busca se fazer acreditar que vive em liberdade, quando só arrasta as correntes.
O Brasil nunca se aliou a qualquer país da América do Sul para lutar pela Liberdade do Continente. Muito pelo contrário, quando se aliou foi para perder sua Liberdade. E isso ocorreu quando se aliou ao Chile, Uruguaia e Argentina na Operação Condor para servir aos EUA, que fomentaram as ditaduras nesses países nas décadas de 60 e 70.
Como no futebol não existe vida inteligente, tudo se pode esperar dos seus responsáveis. Apanharam a palavra liberdade, agregaram a palavra América, e inauguraram o nome de um torneio. Pronto! Mais uma mercadoria esportiva para aumentar o lucro do sistema capitalista/capitalístico, porque histéricos é o que não falta no mundo-dólar.
Como não existe vida inteligente no futebol, não deu outra. Sendo o nome do torneiro Libertadores das Américas, acreditou-se que seriam clubes de países diferentes que iriam disputar a final. Como diz, Chico: “Qual o quê!“. Dois clubes do mesmo país, Brasil, disputaram a final, afirmando que não existe Libertadores das Américas. Ainda, mais, porque um dos clubes não é da América do Sul: o Botafogo. De acordo com a Antropologia Social, desde 2022, ele é apenas um espectro do Botafogo carioca, visto que ele faz parte do sistema capitalista/capitalístico dos EUA, na pessoa do empresário John Charles Textor.
E ainda teve comentarista, querendo exibir erudição que não tem, usando o poema de Belchior, cujo verso diz: “Ano passado eu morri, mas este ano eu não morro“. O inteligentíssimo comentarista tentou adaptar ao Botafogo, citando o nome de Belchior: “Ano passado o Botafogo morreu, mas este ano não”. Não sabe que o tal time morreu em 2022. E não sabe que mercadoria não ressuscita. Nem como espectro.
Ou a Conmebol muda as regras do torneio, para que a final ocorra entre dois times de países diferentes ou vai ter que mudar o nome de Libertadores das Américas.