LULA PARA O MEGALOMANÍACO MUSK (MEGALOMANIA É SENTIMENTO DE INFERIORIDADE): “NUNCA PLANTOU UM PÉ DE CAPIM NO BRASIL E OUSA FALAR DOS BRASILEIROS E STF” “

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

(Foto: Reuters)

A Psiquiatria, o tratado das doenças mentais, classifica a megalomania como distúrbio psicótico em que o megalomaníaco delira que é um ser superior com poderes extraídos de suas fantasias-infantis-divinas que pode mandar e decidir sobre tudo e todos que surgem como imagens delirantes em sua subjetividade-mental. Tem megalomaníaco por todos os lados. Internacionalmente três casos conhecidíssimos: Trump, Netanyahu e Musk. 

 

No Brasil proliferam em exuberância. Tem de jogador de futebol passando por congressistas, jornalistas, governadores, médicos, professores, pais, filhos, policias, pastores, empresários, artistas, bolsonaristas e outros delirantes mais. Mas, depois da eleição da Democracia-Lula, o Brasil passou a ser o palco psicodélico escolhido pela trupe megalomaníaca.

 

Este o grande perigo que o governo Democrático-Lula corre, porque não existe ninguém em seu governo analisando as ameaças feitas contra o Brasil, pela perspectiva da Psiquiatria. O governo Lula, trata essa psicopatologia como se fizesse parte do chamado ‘jogo democrático’.

  

Ledo estúpido engano. A megalomania como doença-mental não joga e nem entende o que é Democracia, porque o megalomaníaco encontra-se preso em seu profundo mundo inconsciente de inferioridade-culposa que impulsiona o seu delírio de grandeza, sua divinização, sua força-mágica, e que escapa do Princípio de Realidade. Por isso, mesmo com a reforma psiquiátrica, é preciso ‘hospicizar’ os megalomaníaco que estão ameaçando o Povo Brasileiro, a Nação Brasileira, o Estado Brasileiro e a Pátria Brasileira. Não basta só a Justiça. 

 

Mas, Lula, que não é psiquiatra, mas é presidente do Brasil, apresentou uma enunciação, em público, que pode ser tida como breve noção de psiquiatria durante a cerimônia do anúncio da seleção do Minha Casa, Minha Vida Rural e Entidades, hoje, em Brasília. Afirmou, ele:

“Temos que escolher se queremos viver num regime democrático ou não queremos isso. Se vamos permitir que o mundo viva a xenofobia do extremismo de extrema-direita, que se dá ao luxo de permitir que um empresário americano, que nunca produziu um pé de capim nesse país ouse falar mal da Corte brasileira e do povo brasileiro. Não é possível. Podemos ser bons e harmoniosos, mas aprendemos que não queremos estar de cabeça baixa. Não queremos ser melhor que ninguém, mas não queremos mais cabresto, mais cangaia. Queremos andar de cabeça erguida”.

 

Mas, Lula, tem que aproveitar e usar suas noções psiquiátricas para não se tornar senhor-ditatorial do Partido dos Trabalhadores de Manaus, que há décadas se arrasta em profundo raquitismo, e permitir que seus membros escolham seu próprio candidato para prefeito de Manaus, e não impor um alienígena, como Marcelo Ramos, como candidato do partido que já não é nem um partido, mas um triste monte de fragmentos e com a conivência de sua pseuda-militância-subserviente.  

 

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