MARCELO RAMOS, INDICADO POR LULA, PARA SER CANDIDATO A PREFEITO DO PT DE MANAUS, REAFIRMA QUE O PT DE MANAUS É UM DEPLORÁVEL PARTIDO DE ALUGUEL
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Corre da beira do mercadão, passando por todos os shoppings de Manaus, cortando toda a periferia, e a Ilha do Caxangá, que a dupla – proprietária do Partido dos Trabalhadores (PT) -Lula-Gleisi, indicaram o ex-deputado Marcelo Ramos para ser o candidato do PT de Manaus para concorrer ao cargo de prefeito da capital ajuricabana e formar uma frente de esquerda para enfrentar as direitas.
Antes, já se sabia que o triste PT de Manaus, por ordem da Nacional, que indicou apenas candidatos próprios para 13 capitais do Brasil, não teria candidatura própria. Ia fazer o que durante anos vem fazendo: se auto-alugando para outras candidaturas direitistas. Ou seja, mero deplorável coadjuvante por não passar de um partido nanico e anêmico.
O certo mesmo, é que a notícia da candidatura de Marcelo Ramos, que vai se filiar ao PT de Manaus, depois de já ter pertencido à vários partidos como ao PCdoB, onde fantasiou ser comunista, assim como Omar Aziz e outros, quando o único comunista era o filósofo-teatrólogo-educador, Rui Brito. Marcelo, agora é petista que, na verdade, não tem nem a rebeldia da petizada, mesmo assim, depois de passar pelo PR e o PSB, criou o maior agito nas pelancas das ditas esquerdas Manô, quando se sabe que não existe esquerda por essas bandas.
Como foi inventada partidariamente a inútil federação, quem mais se mostrou contrário a indicação de Marcelo, foi, o até então, chamado de comunista, Eron Bezerra, que já havia se lançado candidato para concorrer o cargo de prefeito de Manaus pela tal federação PT, PCdoB e PV. E, com dedo em riste, já avisou que não vai tirar sua candidatura.
“Já tenho uma grande vitória. A segunda é virar candidato de fato para implementar um programa revolucionário e inovador para a cidade de manaus.
Eu queria adiantar de antemão, jamais vou retirar minha pré-candidatura. Eu não costumo brincar”, afirmou Eron.
Eron, que já participou de vários governos de direita, sem brincar, afirma que não costuma “brincar”. Ora, ora, ora! A Política é um Jogo. Jogo não no sentido vulgar – inclusive usado por membros do legislativo e executivo -. É Lúdico. Ludus. Por isso é práxis e poieses-criativa. Um belo exemplo, é Che. Um Homem brincalhão. E só brinca quem é livre, e o comunismo é um Jogo Livre. Daí, ser Revolucionário, porque sem Alegria não há Coragem, não há Revolução, não há sentido de metamorfose-social. A seriedade é produto do mal que cria o medo que cria o misticismo e os valores morais-burgueses.
O filósofo, Nietzsche, diz que “o riso é olímpico”. E Freud, afirma que o humor é um dom raro e precisos e só quem tem um ego livre pode ter humor. Ou seja, sem o Brincar não há Política. Bem fala sobre o Brincar o psicanalista D. Winnicott. É por isso que a burguesia não rir. Ela não brinca. O jardim da Infância de seus filhos e netos, não promove o brincar e á proibido rir. É por isso que ela “é um insuportável em-si”, como afirma o filósofo Sartre.
Se não fosse o brincar, o escritor Milan Kundera não teria escrito sua obra de sucesso, A Brincadeira. E não se poderia rir da indicação de Marcelo Ramos como candidato da frente progressista de Manaus e a confirmação que o PT de Manaus continua sendo uma partido de aluguel.