JORDY AFIRMOU QUE FOI ACORDADO COM “FUZIL NO ROSTO” PELA PF E DIRETOR-GERAL REBATEU: “ÓBVIO QUE É MENTIRA”

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“Entrada padrão para o caso, a porta foi aberta por morador”, disse Andrei Rodrigues sobre o cumprimento do mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Lesa Pátria

Andrei Passos Rodrigues (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 – O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, desmentiu as alegações do deputado federal bolsonarista Carlos Jordy (PL) relacionadas à execução de mandados de busca e apreensão expedidos contra ele pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da 24ª fase da Operação Lesa Pátria, nesta quinta-feira (18).

Jordy alegou que agentes da Polícia Federal o abordaram de forma agressiva, apontando um fuzil para seu rosto durante o cumprimento de um mandado no Rio de Janeiro. “Óbvio que é mentira. Entrada padrão para o caso, a porta foi aberta por morador”, disse Rodrigues à coluna do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles. O parlamentar também usou as redes sociais para classificar a operação contra ele como “arbitrária“.

Carlos Jordy foi alvo de mandados de busca e apreensão pela suspeita de orientar e promover atos antidemocráticos que contestavam o resultado das eleições presidenciais de 2022, como o bloqueio de rodovias. A Operação Lesa Pátria visa identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram os atos golpistas ocorridos no dia 8 de janeiro de 2023.

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