GILMAR DEFENDE QUARENTENA E DESPOLITIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS COMO MEDIDAS PARA EVITAR OUTRO 8 DE JANEIRO
O ministro isentou a chefia das Forças Armadas de adesão aos acontecimentos de 8/1, mas destacou a participação ou tolerância de membros de níveis hierárquicos elevados
O ministro isentou a chefia das Forças Armadas de adesão aos acontecimentos de 8/1, mas destacou a participação ou tolerância de membros de níveis hierárquicos elevados. Ele criticou a permissão para manifestantes acamparem em frente a quartéis do Exército após a eleição presidencial de 2022 e apontou a chamada “doutrina Villas Bôas” como prejudicial, referindo-se à interpretação golpista do artigo 142 da Constituição por parte das Forças Armadas.
Em relação ao ex-presidente Bolsonaro, Gilmar Mendes revelou ter mantido diálogos frequentes, buscando desviar teorias conspiratórias presentes no entorno do líder. O ministro destacou a necessidade de conscientizar sobre a atuação institucional do tribunal, afirmando que o pensamento conspiratório influenciava constantemente as decisões do então presidente.