A CONDENSAÇÃO ENTRE A INTELIGÊNCIA-RAQUÍTICA, A SENSIBILIDADE-GOSMENTA E A MORALINA, PRODUZ A ABERRAÇÃO-JORNALÍSTICA
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
No sentido banal, uma condensação produz um elemento composto por outros elementos. Um exemplo-onírico freudiano: No sonho todas as imagens são condensações de outras imagens, nunca elas mesmas em seus significados conhecidos. Mas, se escondem em formas de símbolos.
No sentido banal, uma aberração é um elemento que difere do normal-necessário, porque não foi concebido no território das alternâncias, das trocas. Os fascistas são aberrações, porque não foram concebidos no Território-Democrático, por essa realidade não podem propagar os valores democráticos que são valores de trocas de alternâncias como significações dos Outros. Logo, toda aberração, como fascista, não serve para a Democracia, por não ser constituída de corpus-democráticos como valores-políticos-sociais.
No sentido banal, gosmento é um elemento-paranoico sempre, compulsivamente, escorregando de acordo com o território que sua gosma lhe prover como necessário. A sensibilidade-gosmenta não é possuidora de partículas captadoras das excitações do mundo exterior-matéria que formam o intelecto e a condição Ética para o Existir-Com e Bem.
No sentido dado pelo filósofo, Nietzsche, Moralina é a condição-deprimente de todo reativo, ressentido, invejoso, odiento, niilista e inimigo da Vida, da Vontade de Potência. São os cultuadores valores-moralina que originam, alimentam e mantém o medo de Viver.
Expostas essas banalidades, fica fácil compreender que é imperioso sustentar e divulgar que o jornalismo brasileiramente dominante como expressão comunicacional de massa é uma aberração-paranoica. Para ficar mais banalmente compreensivo, o jornalismo brasileiro representa essas banalidades, porque ele não passa de porta-voz e cão de guarda da semiótica-dogmática do sistema-paranoico-capitalista-capitalístico dos EUA. Ele é simplesmente a miserável reverberação desses códigos-paranoicos.
Na inteligência-debochada dos filósofos Deleuze e Guattari, trata-se de um buraco-negro que, para se manter, tem que sugar todas as energias que se aproximam dele. Daí, o motivo que os seus componentes são a inteligência-raquítica, a sensibilidade-gosmenta e a moralina.
Como se pode entender, esse jornalismo não serve para a Saúde Mental, Social e Ambiental da Sociedade-Democrática. Essa certeza fica comprovada pelas suas posições e ambições propagadas por seus serviçais-lambaios como se observa na defesa do estado genocida de Israel, onde a mentira, o despudor e a prepotência são os valores defendidos por eles em nome do Patrão Maior, O Capital Internacional comandado pelos Estados Unidos da América.
Entretanto, o Jornalismo-Democrático não tem que se sentir ameaçado por essa aberração-buraco-negro. Sendo força-reativa, essa moralina, é impotente. Não tem qualquer Potência Práxis e nem Poieses, fundamentos do Jornalismo-Democrático que é Linha de Corte que faz vazar o buraco-negro que só ainda alardeia ser importante, porque tem uma massa alienada, mouca, cega e anulada intelectual e eticamente que lhe confere audiência formando e mantendo a cadeia redundante da ecolalia de um mundo alucinado e delirante.
Como diz a comunicóloga, Voz das Entranhas: Nessa aberração-jornalista não há o que se perceber e conceber, posto que ela não passa de uma miragem: reflete o reflexo do que não tem corpo. E quem acredita em reflexo? Os alucinados! E não há Democracia-Real em forma de alucinação!