RENAN BOLSONARO, AO SER ALVO DE BUSCA E APREENSÃO POLICIAL, CONFIRMA A VOCAÇÃO DO SACERDÓCIO DA MORAL DO BEM DA FAMÍLIA

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG 

 

Brevíssima nota policial-edipiana: com o pai como objeto de investigação-policial, o filho torna-se seu igual.

 

Sem qualquer misto-místico, os comportamentos dos bolsonaros sempre afirmam o concreto, por tal, não há nada de mistificante recorrer, nesta situação renaniana, ao provérbio árabe: “Maktub: estava escrito!”.

 

Nenhum membro-filial-bolsonaro pode ser, proverbialmente-judaico-cristão, considerado Ovelha Negra. Com todo respeito que a ovelha merece. Principalmente, não ser antropomorfizada pelo valores ditos humanos. Quem exacerba os valores do bem e do mal é o homem. Mas, é preciso apagar esse erro histórico-teológico- judaico-cristão que ofende a Natureza-Animal. Nenhuma ovelha sabe se é branca ou preta ou colorida. Cor, não importa para elas. Cor importa para os racistas como os bolsonaristas. 

 

“Polícia Civil do Distrito Federal efetuou a apreensão do celular, um disco rígido (HD) e anotações pertencentes ao filho de Jair Bolsonaro (PL). Essas ações ocorreram no âmbito das diligências realizadas em relação a alegações de lavagem de dinheiro”. 

 

Ao tomar ciência do caso policial com Renan, seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, afirmou que era perseguição:

“Me causa estranheza porque é uma pessoa que não tem onde cair morto”.

 

Flávio, em sua genialíssima-inteligência, não sabe que corrupção não tem qualquer sinal-fúnebre-necrológico. A morte não precisa de lugar. A morte não é corpo-matéria. Quem precisa de lugar são os vivos. E seu irmão, pelo que está sendo acusado, encontra-se vivíssimo. Ele sabe, muito bem, que precisa ter onde cair vivo milhões de vezes. E por que não quatrilhões de vezes?

 

Aliás, já se notificou que ele caia vivíssimo, com sua mãe, em uma mansão no valor de R$ 3,2 milhões, em Brasília. Uma mansão tão grande que dava para construir uma necrópole: em grego, a cidade dos mortos.

 

Quando que um Bolsonaro iria quebrar a corrente da vocação do sacerdócio da moral do bem da família?

 

Qual dos três irmãos teve a coragem anti-familiar para quebrar essa moral que permite a ilusão da segurança e do poder-ficcional? Seria o 04 quem iria quebrar a corrente se ele tem pela frente 4 modelos. 

 

Ele não é otário. Deve ter, ainda em prisca infância, imaginado:

Se deu certo para eles, por que não para mim? 

 

E se conhecesse a poesia do Pessoal do Ceará – meu Deus, é querer demais -, talvez debochasse de seus versos:

“É a vida, é a vida! Simplesmente e nada mais!”. 

 

 

 

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